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Apelo de Christchurch: Macron reúne com patrões das plataformas digitais em Paris

Emmanuel Macron (de costas) fala aos convidados, representantes e patrões de plataformas digitais (© EPA/CHARLES PLATIAU)

RFI | João Matos

O Presidente francês, Macron e a Primeira-ministra neo-zelandesa, Jacinta Ardern, receberam hoje no Eliseu, representantes de 26 países e patrões das plataformas digitais para adoptarem um documento, chamado Apelo de Christchurch, contra violência nas redes sociais. Paralelamente, WhatsApp, era infiltrado por um software espião que controla tudo sobre o utente do telemóvel, contra a sua vontade.

26 países e gigantes da Internet reunidos em Paris, a convite do Presidente Macron, assinaram um documento intitulado “Apelo de Christchurch” contra conteúdos online “terroristas e extremistas violentos”.

O apelo teve igualmente iniciativa da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinta Ardern, 2 meses após, a difusão em directo no Facebook do ataque contra duas mesquitas de Christchurch.

Assim, estas grandes plataformas digitais, como Facebook e suas filiais WhatsApp e Instagram, com Facebook a prometer adoptar regras mais duras na sua vertente Facebook Live e ainda Google e sua filial YouTube, comprometem-se a prevenir descargas de videos violentos e retirá-los imediatamente, precisa o Apelo, que não é obrigatório, não tem força de lei.

Big Brother do WhatsApp no seu telemóvel

Isto acontece, numa altura em que foi encontrada uma falha no aplicativo WhatsApp, em que o telemóvel do utente é infiltrado por um software espião sem o consentimento do proprietário do aparelho telefónico.

ONG’s que defendem as liberdades individuais, querem apresentar queixa-crime contra o editor do software, grupo NSO, fabricado para colectar a geolocalização do alvo, ler as suas mensagens e mesmo accionar o microfone e a câmera do telemóvel sem que o usuário saiba de nada ! Big Brother em acção !

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