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Angola e China fortalecem relações

O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL, FERNANDO DA PIEDADE DIAS DOS SANTOS RECEBEU, EM AUDIÊNCIA, O EMBAIXADOR DA CHINA EM ANGOLA, DONG TAO (DR)

Angop

Angola e China vão intensificar as visitas de alto nível para fortalecer a confiança política e relançar a cooperação bilateral em áreas como a indústria, agricultura, pescas, mineração e ensino.

A informação foi avançada esta quarta-feira, em Luanda, pelo embaixador da República Popular da China em Angola, Dong Tao, à saída de um encontro com o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

Informou que o seu país formulou, igualmente, o desejo do aprofundamento das relações bilaterais no domínio parlamentar.

O volume de negócios entre os dois países, no ano passado, foi de 28 biliões de dólares norte-americanos. O objectivo, segundo o diplomata chinês, é servir os interesses dos dois países e povos.

O gigante asiático continua a ser o primeiro parceiro comercial de Angola e o primeiro importador de petróleo angolano.

Segundo o diplomata, a China está disponível para ampliar a cooperação bilateral em diversas áreas, “sobretudo porque o actual governo de Angola está a fazer boas políticas para a diversificação da economia e atrair mais investimento estrangeiro para a indústria e a agricultura”.

Informou que Angola está numa nova fase de desenvolvimento com as políticas de abertura ao exterior e reformas económicas para criar um ambiente de desenvolvimento sustentável e atrair investimentos estrangeiros.

O diplomata chinês disse ser necessário que os recursos de Angola se transformem em riqueza para o bem-estar do seu povo.

Angola e China são parceiros de longa data, as relações diplomáticas datam há 36 anos.

No ano transacto, o Presidente João Lourenço efectuou duas visitas à China. A primeira em Setembro, por ocasião da Cimeira China- África e, no mês seguinte, ocorreu uma visita de Estado.

O presidente do Parlamento angolano reuniu-se, também, com o embaixador da República Islâmica da Mauritânia em Angola, Mohamed Mekhille, com quem passou em revista o estado das relações entre os dois países.

Foram identificados possíveis sectores de cooperação como os das pescas e exploração de ferro (do lado da Mauritânia), bem como os diferentes subsectores da agricultura (do lado angolano).

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