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Líderes religiosos enaltecem intervenção do PR no combate à seca

Angop

Os líderes religiosos da província do Cunene enalteceram nesta sexta-feira, em Ondjiva, a visita de constatação do Presidente da República, João Lourenço, que visa encontrar soluções definitivas para combater a seca na região.

O posicionamento foi manifestado à imprensa pelos bispos das igrejas Católica, Dom Pio Hipunhati, e Evangélica Luterana de Angola, Tomás Ndawanapo, após terem sido recebidos em audiências separadas, pelo Chefe de Estado, João Lourenço, a quem agradecem por ter visitado o Cunene, numa altura que a região vive uma seca severa.

Para o prelado católico, a vinda do Chefe de Estado dá um novo alento e esperança de que muita coisa será feita para combater a seca no Cunene.

A par da seca, o líder da igreja católica na região apresentou ao Estadista outras questões relacionadas com os problemas sociais, principalmente, a falta de escolas e postos de saúde nas áreas rurais da província.

Por sua vez, o representante da Igreja Evangélica Luterana de Angola, Tomás Ndawanapo, disse que teve uma conversa amena com João Lourenço, com realce para as questões relacionadas com o bem-estar social das populações.

“A ocasião serviu para se inteirar dos projectos para se encontrarem soluções de combate à seca, de uma vez por todas, tais como a construção de barragens com o canal aberto, o que permitirá o desenvolvimento da agricultura e bebedores para o gado”, explicou.

O líder religioso sublinhou que recebeu do Chefe de Estado a promessa da materialização destes anseios, a curto prazo.

Entretanto, o rei de Ombala-de-Yonalwekue, Zeferino Satona, qualificou esta primeira visita do Presidente da República ao Cunene como histórica.

No Cunene, a seca afecta 285 mil e 194 pessoas em Ombadja, 114 mil e 991 em Namacunde, 65 mil e 526 no Cuanhama, 53 mil e 677 no Curoca e 38 mil 432 no Cuvelai.

Na região, a seca afectou 857 mil e 443 pessoas, de um total de 171.488 famílias e 907.572 cabeças de gado, desde Outubro de 2018 até presente data. Durante o referido período, morreram 19 mil e 539 animais, entre gado bovino, caprino e suíno.

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