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Autarquias: Presidente do PRS aponta assimetrias no gradualismo

(Foto: Osvaldo de Nascimento)

O Partido de Renovação Social (PRS) deu hoje inicio, em Luanda, o II ciclo de formação de Formadores sobre autárquicas locais, que visa dar conhecimento a militantes que posteriormente deverão ser distribuídos por outras províncias, para transmitirem os conhecimentos adquiridos

Durante o discurso de abertura, o líder dos renovadores, Benedito Daniel, apontou alguns caminhos ‘pouco claro’ no trajecto até aqui percorrido, no que às autarquias diz respeito.

O político disse “verificar um quadro de deslealdade para com o Soberano, POVO, visto que o partido que sustenta o Executivo quer a implementação gradual do processo, sem ter em conta a vontade pública”.

De acordo com Benedito, “a experiência da excessiva concentração de poderes num órgão de soberania, revelou-se negativa, contraproducente e retrógada, porque atrofiou a democracia, contribuiu para o aumento da corrupção e do nepotismo”.

“Estávamos convencidos de que houve uma mudança de paradigma na governação do país, que o aprofundamento do diálogo nacional iriam conduzir os angolanos a instauração de uma democracia efectiva, e a concretização da pretensa reconciliação nacional”, lembrou, acrescentando que “continuamos a saborear amargamente as palavras incomplacente de alguns dirigentes do Executivo”.

Intolerância política

O Renovador Social apontou como exemplo de exclusão o caso de um dirigente do PRS, afecto ao gabinete provincial de Educação Ciência, Tecnologia e Inovação, afecto ao Executivo do governo Pedro Mutundi, no Cuando Cubango, por supostamente propor o afastamento de Samuel Messene das funções de director do Complexo Escolar CCM2, por alegadamente pertencer ao Partido de Renovação Social.

“Os Camaradas recusam-se depois de em sede de princípios fundamentais, reconhecer os partidos políticos como elementos necessários para a organização e expressão pluripartidária”.

Benedito Daniel apela aos órgãos de Defesa que acabem com a “Operação Transparência”

Segundo o responsável, as populações que residem nas Lundas têm que pagar com a própria vida pelo comportamento dos militares.

“Os assassinatos que estão a ser perpetrados pelos Comandos e polícias de Intervenção Rápida nas localidades de Calonda, na Lunda Norte, não tem a mínima cobertura legal, nem legitimidade, é o resultado da disputa da riqueza que se chama diamante”, acusou.

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