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Comunicação institucional deve mostrar as diferenças

Mostrar as diferenças e as melhorias existentes desde a realização das últimas eleições, em Agosto de 2017, e a actualidade é o principal desafio da comunicação institucional do Executivo, afirmou ontem, o ministro da Comunicação Social, João Melo.

De acordo com o Jornal de Angola, numa reunião metodológica com os directores de comunicação institucional dos Ministérios, Governos Provinciais e empresas públicas estratégicas, João Melo realçou, citado pela Angop, que, desde a entrada em funções do Governo do Presidente João Lourenço, tem havido melhorias inegáveis em várias áreas, “mas os seus efeitos no dia-a-dia dos cidadãos levarão algum tempo”.

Entre essas melhorias, citou os ajustamentos macro-económicos, “para pôr a economia nos eixos”, e a correcção de obras e projectos “mal feitos” nas últimas décadas, como certas estradas, que estão a ser actualmente reparadas. “O problema é que, como essas melhorias demoraram algum tempo a reflectir-se no dia-a-dia das pessoas, a percepção de alguns sectores da sociedade é que, supostamente, não há mudanças e que tudo continua na mesma”, acrescentou. “A maioria da nossa população é jovem e, por isso, é mais exigente e ansiosa”, disse João Melo, antes de rematar que esse é “o principal problema de comunicação do actual Executivo”.

O ministro antecipou que o departamento que dirige está a preparar uma estratégia de comunicação institucional do Executivo, que irá submeter superiormente. Disse caber aos gabinetes de comunicação institucional dos diferentes órgãos governamentais articularem com os meios de comunicação social, formas de “valorizar devidamente a agenda positiva do Executivo, mas sem cair na propaganda, por uma questão de credibilidade”.

Para João Melo, isso deve ser feito de acordo “com alguns princípios, como antecipação, planificação, reacção “ponderada e ágil” aos factos negativos, disponibilização das fontes e articulação com todos os órgãos de comunicação que tenham audiência e sejam credíveis, públicos e privados.

“Há melhorias evidentes em várias áreas, relativamente ao estado de coisas existente em Agosto de 2017. É imperioso mostrar isso, a fim de mobilizar os cidadãos para que todos contribuam para o aprofundamento dessas melhorias”, afirmou.

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