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Policial armado e à paisana é perseguido por colegas e morre em Contagem, na Grande BH

23.fev.2018 - Forças Armadas em operação na Vila Kennedy, zona oeste do Rio de Janeiro. (DR)

G1

Um policial militar que estava armado e à paisana foi perseguido por colegas de corporação em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, neste sábado. De acordo com a Polícia Militar (PM), ele foi atingido por tiros, socorrido e levado para o hospital da cidade, mas morreu na manhã deste domingo (14).

De acordo com o boletim de ocorrência, o 18º Batalhão da PM foi acionado para atender uma pessoa que denunciava a presença de um homem armado tentando entrar em uma casa. No local, os policiais encontraram o suspeito e deram uma ordem de parada. Ele entrou no carro e arrancou o veículo sobre os militares, que se defenderam com tiros.

O suspeito seguiu em alta velocidade e foi abordado por outra guarnição no bairro Chácara Cotia, ignorando mais uma ordem de parada. Segundo a PM, um dos militares desceu da viatura para tentar contê-lo, mas, como a velocidade do carro do suspeito estava alta, este PM efetuou 16 disparos contra o veículo, que mesmo assim não parou.

A perseguição continuou e outros 23 tiros foram disparados contra o veículo para tentar freá-lo. Na Rua Três, o motorista perdeu o controle da direção, subiu no passeio e bateu em uma placa de sinalização. Os PMs pediram que ele saísse do carro e realizaram a busca pessoal. Nesse momento, o suspeito disse que também era policial militar, fato que foi comprovado com sua carteira especial funcional.

O cabo lotado no 35º Batalhão de Santa Luzia, também na Grande BH, disse que aos colegas de corporação que estava resolvendo “alguma coisa referente a uma mulher”. Ele estava sangrando e foi levado ao Hospital Municipal de Contagem, onde foi operado. Na manhã deste domingo (14), segundo a polícia, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu.

A arma que estava com o PM à paisana foi apreendida, assim como as armas usadas pelos policiais em serviço, e estão à disposição da Justiça Militar Estadual. Ainda segundo a PM, a perícia técnica da Polícia Civil esteve no local.

O major Santiago, chefe de comunicação da PMMG, informou que os moradores da casa que teria sido invadida pelo policial foram convocados a prestar depoimento.

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