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Sinistrados continuam em parentes e vizinhos desde Janeiro na Lunda-Sul

IMAGEM ILUSTRATIVA (FOTO: PEDRO PARENTE)

Sessenta e seis famílias desabrigadas pelas chuvas que destruíram totalmente 22 casas precárias e 50 de forma parcial, de Janeiro a presente data, continuam acomodadas em casas de parentes e vizinhos, no Cacolo, (Lunda Sul).

Em entrevista hoje sábado à Angop, o comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB), no Cacolo, sub-inspector Zeca Luciano, revelou que a sua unidade carece de chapas de zinco, ferros e outros meios para apoiar a população.

“A unidade não dispõe de materiais, como chapas, ferros e outros bens de primeira necessidade, para apoiar os sinistrados, por falta destes acessórios, os flagelados encontram-se amparados nos familiares e vizinhos”, disse.

O oficial apontou a necessidade de uma nova e digna unidade, material informático, carros de salvamento e mais efectivos, para cumprirem cabalmente com as suas tarefas.

Segundo o oficial que fazia o balanço trimestral das consequências das chuvas, no período homólogo de 2018, o SPCB registou 90 casas destruídas pelas chuvas.

Informou que além de destruir residências precárias, a chuva está a contribuir para o alastramento de uma ravina, podendo interditar a circulação rodoviária entre a comuna do Cucumbi à sede do Cacolo.

Zeca Luciano aconselhou as famílias a não construírem em zonas de risco, bem como a erguerem residências com materiais que garantam a sua longevidade.

Actualmente a unidade dos Bombeiros funciona no Comando Municipal da Polícia Nacional de Cacolo, controla 28 efectivos, necessita de mais 22, para corresponder a demanda e possui uma viatura de extinção de incêndios.

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