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Desafios da economia angolana em debate nos EUA

Discurso do Secretário de Estado Adjunto sobre a estratégia dos EUA para África, no almoço de Comércio e Investimento Luanda, Angola. (DR)

Os novos desafios da economia angolana, à luz das reformas levadas a cabo pelo Presidente João Lourenço, estiveram em debate esta sexta-feira, em washington (Estados Unidos da América – EUA).

O debate feito durante um almoço-conferência, realizado à margem das reuniões de primavera do Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional que decorrem de 8 a 14 de Abril do corrente ano, na capital americana foi promovido pela Câmara de Comércio EUA – Angola (USACC) e a 25ª Constituência do Banco Mundial.

Sob o lema “Investindo no Futuro de Angola”, o debate focou a partilha dos esforços do Governo angolano na estabilização da política monetária e cambial, bem como a adequação do sistema bancário às normas internacionais, de acordo com uma nota de imprensa, chegada este sábado à Angop.

O encontro, que foi presidido pela presidente da Câmara de Comércio EUA – Angola, Maria da Cruz, contou com a participação do Embaixador de Angola nos EUA, Agostinho Tavares, Governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, director executivo em exercício da 25ª Constituência do Banco Mundial, Armando Manuel, representantes de Administração Americana, incluindo o secretários adjuntos para África e Médio Oriente.

Prestigiaram, igualmente, a actividade, o antigo sub-secretário para o Tesouro Americano, Adam Szubin, que fez uma incursão sobre as razões que levaram ao Governo Americano a suspender a correspondência entre os bancos americanos e angolanos.

Adam Szubin mostrou-se optimista, considerando que as novas medidas em curso e implementadas pelo actual Executivo, através do BNA, poderão contribuir para a melhoria das relações financeiras entre os dois países.

Por outro lado, o secretário adjunto para África e Médio Oriente da Administração Americana, Matthew Harrington, sublinhou que as recentes visitas do Cyril Sartor, Conselheiro do Presidente Trump para África e o John Sullivan, secretário adjunto do Departmento de Estado, demonstram que os Estados Unidos estão empenhados em fortalecer parcerias em vários domínios, fruto das medidas corajosas adoptadas pela nova liderança em Angola.

O almoço-conferência serviu também para anunciar que à margem das reuniões anuais do Banco Mundial, estão em curso acções preparatórias para a realização de uma reunião alargada, no próximo mês de Outubro, que contará com a participação de membros de ambos os países e convidados para partilha de visões sobre os passos subsequentes referente as melhorias das relações financeiras entre os dois países.

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