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Idai: Sete portugueses já chegaram a Lisboa

Ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, chegou ao início da última madrugada o avião que transportava um grupo de sete portugueses repatriados de Moçambique, na sequência do ciclone Idai.

Logo após o avião ter aterrado no aeroporto equipas do INEM entraram no avião para prestar cuidados médicos aos cidadãos lusos.

Depois os sete portugueses foram recebidos assim pelo ministro dos Negócios Estrangeiros.

Augusto Santos Silva acompanhou a chegada deste grupo de cidadãos repatriados. Horas antes este membro do Governo anunciou que são já menos de 10 os portugueses por localizar, depois da passagem do ciclone Idai por aquele país africano.

Mais de uma semana depois da passagem do ciclone Idai contam-se até ao momento 446 mortos em Moçambique, 259 no Zimbabué e 56 mortos no Malawi.

Nesta altura continua a não haver registo de portugueses mortos.

Quanto às ajudas, deve chegar esta segunda-feira à cidade da Beira o avião fretado pela Cruz Vermelha carregado com medicamentos, e 500 quilos de cabos de fibra ótica para ajudar no restabelecimento das comunicações e pessoal médico.

A Cruz Vermelha prevê montar um hospital de campanha.

Está também a caminho de Moçambique uma aquipa da AMI (Assistência Médica Internacional) que se junta a outros elementos que já estão naquele país.

Fernando Nobre da AMI contou a ajuda prestada pela organização que lidera.

Na Beira, vindos de Portugal, já estão bombeiros, elementos da GNR, do Serviço Nacional de Proteção Civil, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), das Forças Armadas e da EDP.

Os serviços consulares também estão a fazer um levantamento das famílias que precisam de apoio para recuperação de casas – foram identificadas e apoiadas 15 famílias que precisavam de ajuda -, e está a ser feito um levantamento da destruição de empresas, para ativar uma linha de crédito.

José Luís Carneiro lembrou ainda que a cidade da Beira está geminada com pelo menos as câmaras de Lisboa, Porto, Coimbra, Sintra e Seixal, que estão todas disponíveis para ajudar a Beira, e disse que a Câmara do Porto vai apoiar a reconstrução da Escola Portuguesa.

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