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Grupo de dirigentes do PRS na Guiné Bissau quer demissão do líder

Rfi / por Mussá Baldé

Bandeira do PRS na Guiné Bissau, cujo líder Alberto Nambeia é contestado (Site PRS/DR)

Publicados que estão os resultados eleitorais é tempo de os partidos fazerem as contas internas. No Partido da Renovação Social, até aqui, a segunda maior força no Parlamento guineense, um grupo de dirigentes pede a cabeça do líder, Alberto Nambeia, a quem acusam de ser o responsável pelo “desastre eleitoral”. O PRS, que até aqui tinha 41 mandatos no parlamento, e agora, apenas 21

A situação está tensa no partido do defunto Presidente guineense, Kumba Ialá. Um grupo de dirigentes, encabeçados pelo antigo líder, Ibraima Sori Djaló, quer que rolem cabeças na sequência do desaire eleitoral.

O grupo endereçou na segunda-feira uma carta ao Presidente do Partido da Renovação Social, Alberto Nambeia, com um ultimato.

Se até quarta-feira, dia 20, Nambeia e toda a sua direção não saírem, então serão destituídos pelos militantes.

O grupo que se apresenta como Movimento de Salvaçao do Partido da Renovação Social e da Memória de Kumba Ialá, diz que Alberto Nambeia, não pode continuar a ser presidente depois de o PRS cair de 41 para 21 deputados ao parlamento.

O Movimento liderado por Spori Djaló, que fontes do PRS garantem ter mais dirigentes contestários, pela seriedade aos atuais líderes do partido o que passaria pela demissão em bloco de toda a direção.

Não tem sido possível obter reação de elementos da equipa de Alberto Nambeia que se remeteu ao silêncio desde que o PRS, no sábado passado, admitiu a sua derrota nas legislativas de 10 de março, ainda que tenha feito ressalvas sobre alegadas irregularidades durante todo o processo eleitoral.

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