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Restos mortais de Juliana Cafrique já repousam no Benfica

Os restos mortais da vendedora informal Juliana Cafrique, morta por um agente da Polícia Nacional na terça-feira no bairro Rocha Pinto, em Luanda, já repousam no cemitério do Benfica em Luanda.

Segundo a Angop, o acto fúnebre foi marcado por sentimento de dor e consternação, leitura de mensagens de condolência e repúdio por parte dos partidos políticos e associações da sociedade civil.

A organização da Mulher Angolana em Luanda, o comité distrital da UNITA na Samba, assim como as Associações dos Taxistas Nova Aliança, Jovens Solidários e das Zungueiras pediram ao Executivo que tenha mais atenção na formação dos agentes policiais, para se evitarem actos do género.

A vice-governadora provincial de Luanda para o sector social , Ana Paula Correia Victor, falou da necessidade de se continuar a incrementar a consciencialização das pessoas no que toca a calma, solidariedade, amor e compreensão.

Já a secretária de estado para a acção social família e promoção da mulher, Ruth Mixinxi, apelou a necessidade de se desarmar as mentes, substituir o sentimento negativo pelo positivo para que se construa uma sociedade sadia.

A morte de Juliana Kafrique, de 28 anos que deixa três filhos menores, ocorreu na Avenida 21 de Janeiro, bairro do Rocha Pinto e deste acto resultou um tumulto na via pública, com agressões aos agentes e transeuntes, bem como a vandalização de várias viaturas e da administração local.

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