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Protecção civil regista sete mortes nos últimos três meses

Sete mortes, três mil e 25 residências, várias escolas, hospitais e equipamentos sociais inundados e 18 árvores caídas é o balanço definitivo das consequências das chuvas, no período de Janeiro a Março do ano em curso, na cidade capital (Luanda).

De acordo com Angop, comparativamente ao igual período de 2018, houve uma redução de 15 mortes, duas mil residências inundadas e 12 árvores caídas, fruto dos trabalhos de limpeza das valas de drenagem e campanhas de sensibilização, promovidas pelas comissões municipais de protecção civil e bombeiros.

Os dados foram avançados nesta segunda-feira, na capital, pelo porta-voz da comissão provincial de protecção civil de Luanda, Faustino Minguês, no final da reunião de balanço que serviu para avaliar os danos causados pelas chuvas e as acções de prevenção, orientado pelo governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova.

Explicou que a diminuição destes números deve-se ainda a identificação dos pontos cíclicos que inundam residências quando chove e o reforço das actividades preventivas, com alocação de moto bombas permanentes para a sucção das águas pluviais.

O porta-voz avançou que registou-se um resultado positivo de todas as medidas de prevenção que estão a ser tomadas, porque houve menos inundações, desabamentos e desalojamentos em zonas de risco.

Disse que, não obstante isso, estão a criar as condições para aumentar a capacidade de resposta e medidas de actuação, face as próximas chuvas de Março e Abril do ano em curso.

Para tal, prosseguiu, no ponto de vista técnico, as comissões municipais de protecção civil serão reforçadas com moto –bombas, carros de sucção de águas e meios de limpeza para o desassoreamento das linhas obstruídas, sargetas e valas para mitigar o impacto da chuva.

Segundo o porta-voz, foi ainda verificada e orientada a intensificação das campanhas de sensibilização nas comunidades, criação de condições para o escoamento das águas residuais para as linhas normais no interior dos bairros.

Faustino Minguês disse que existem meios alocados às comissões municipais de protecção civil e bombeiros para o a transferência de famílias caso haja gravidade e risco de desabamentos provocada pelas chuvas.

Apontou os municípios de Viana, Cazenga e Cacuaco como os mais preocupantes, uma vez que quando chove as águas ficam confinadas no interior dos bairros e residências por não possuem linhas de acesso para as bacias de retenção, apesar destas estarem permanentemente a beneficiar de trabalhos de desassoreamento.

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