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Portugal admite convergência quanto ao multilateralismo

PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA, MARCELO REBELO DE SOUSA (FOTO: ALBERTO JULIAO)

O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, admitiu existir convergência entre Angola e Portugal, nos domínios do multilateralismo e valorização do direito internacional.

Segundo a Angop que cita o Jornal de Angola (JA) publicada nesta quarta-feira, o Chefe de Estado português afirmou que a convergência entre os dois países se estende às áreas dos direitos humanos, da importância das migrações, do papel das organizações internacionais, dos oceanos e a atenção às alterações climáticas.

“Há aqui uma acção conjunta que não é só bilateral, mas também multilateral, que significa uma convergência de visões e, ao mesmo tempo, do reforço de uma empatia”, disse o estadista que está em Angola para visita de quatro dias.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, a relação entre Angola e Portugal tem vários níveis, tendo citado o político-diplomático, a actuação nas Nações Unidas, na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas também a presença noutros universos no quadro dos continentes africano e europeu.

Em relação à CPLP, organização da qual os dois países fazem parte, o Chefe de Estado português entende que não basta haver uma comunidade. “As pessoas acham que ela não lhes diz nada por estar muito longínqua”.

Considera fundamental explicar às pessoas o que a CPLP tem feito para facilitar a vida dos membros da comunidade.

Oportunidades no domínio económico

Angola e Portugal podem explorar as oportunidades que se abrem nos domínios da agricultura, indústria, comércio e infra-estruturas, afirmou o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.

O Chefe de Estado português afirmou que essas oportunidades assentam não apenas numa base económica e financeira, mas também social.

Sobre as suspeitas de que empresas portuguesas estariam alegadamente envolvidas em processos de branqueamento de capitais em Angola, o estadista entende os envolvidos em situações dessas, não podem deixar de ser sujeitos a controlo ou fiscalização, apuramento das responsabilidades e punição, se for caso.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que chegou a Luanda terça-feira (05), inicia nesta quarta-feira uma visita oficial a Angola, que o levará às cidades do Lubango, Benguela, Catumbela e Lobito.

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