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Executivo pretende melhorar condições nos hospitais – Luísa Damião

Doentes hospital municipal Capalanga em Viana (Arquivo) (DR)

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, referiu sábado, em Ndalatando (Cuanza Norte) que o Executivo tem projectos gizados que visam a melhoria da estrutura física de vários hospitais e a contratação de novos médicos. Escreve Angop na sua edição da manhã deste domingo, 03.

Segundo Luísa Damião que falava no final de uma visita de constatação no Hospital Materno-infantil de Ndalatando, no âmbito das celebrações do 2 de Março, dia da fundação da Organização da Mulher Angolana (OMA) a mesma visou saudar as mulheres internadas naquela unidade sanitária, constatar as condições de atendimento, aferir as dificuldades, identificar os problemas do hospital e fazer a advocacia no sentido de se melhorar as condições.

Disse ter constatado a falta de médicos especialistas, o estado obsoleto e inoperante do aparelho de Raio-X, entre outros problemas ligados as infra-estruturas.

Luísa Damião, vice-presidente do MPLA presidir o acto central das comemorações do 62.º aniversário da fundação do partido
(DR)

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, fez uma visita guiada por todas áreas da instituição, inteirou-se dos níveis de organização e funcionamento e fez a entrega de seis kits de enxoval de bebés às seis crianças nascidas hoje (2 de Março), naquela unidade sanitária.

O hospital materno-infantil de Ndalatando, Cuanza Norte, necessita pelo menos de 30 novos médicos pediatras, ginecologistas e obstetras, para suprir o défice de especialistas que se regista na unidade sanitária da província, visando assegurar a assistência médica plena às pacientes.

Luísa Damião presidiu hoje, na cidade de Ndalatando, o acto central comemorativo da criação da organização da OMA, no Pavilhão Gimeno-desportivo José Eduardo dos Santos, sob o lema “Mulher Angolana Rumo ao Desenvolvimento e Bem-Estar das Famílias”.

A província do Cuanza Norte conta actualmente com 39 unidades sanitárias, cujo funcionamento é assegurado por mais de 50 médicos, entre nacionais e expatriados e mais de 300 técnicos de enfermagem distribuídos em várias áreas de assistência.

Já em relação as instituições de saúde existentes, três são unidades de referência, sendo um hospital provincial, um hospital materno-infantil localizados em Ndalatando (capital da província) e um hospital regional localizado no município de Ambaca.

A malária, as doenças diarreicas e respiratórias agudas, a tuberculose e o VIH-Sida, como sendo as patologias mais frequentes na província.

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