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País terá roaming nacional ainda este ano

ANTENA REPETIDORAS DE SINAL DE TELEFONIA (ARQ) (FOTO: ANGOP)

Angola terá serviço de roaming nacional ainda este ano, com vista a pôr cobro as quebras de rede de telecomunicações electrónicas, no âmbito da partilha de infra-estruturas entre operadoras do sistema, informou hoje, em Luanda, o presidente do conselho de administração do Instituto Angolano das Comunicações (Inacom), Leonel Augusto.

O responsável, escreve a Angop, que falava durante a apresentação do Projecto actualizado do Livro Branco sobre das Telecomunicações, Roaming nacional e os planos nacional de Frequência e de Numeração, informou que os referidos projectos nesta altura estão em consulta pública, para a posterior serem submetidos ao Executivo para aprovação.

O Livro Branco das TIC foi lançado a primeira vez em 2001-2010, com objectivo de permitir a realização de reformas profundas no sector. Entre 2011 e 2017 deu-se início do desenvolvimento do sector, com o fortalecimento do mercado.

Essa nova actualização do Livro Branco das TICs visa a co-liderança na SADC e as transformações digitais.

De acordo com Leonel Augusto, as referidas propostas são documentos vitais para as telecomunicações e a União Internacional das Telecomunicações (OIT) recomenda actualização periódica.

Em relação ao serviço de roaming nacional, trata-se de um sistema de partilha activa, que permite ao utente activar e dispor de serviços de telecomunicações em zonas onde o sinal da sua operadora não chega.

“O roaming permite o utente usar um mesmo número para várias operadoras, mudando apenas o prefixo. Por ser partilha, os utilizadores vão usar o sinal de outra operadora mais sem custos adicionais, sendo da responsabilidade das operadoras a partilha dos custos”, explicou.

O projecto, acrescentou, prevê a implementação do roaming como sendo de carácter obrigatório entre as operadoras, de modo a que as grandes e as pequenas operadoras partilhem as infra-estruturas e tenham benefícios mútuos e ofereçam serviços de qualidade à população.

Para a sua implementação, foi inventariado primeiro a infra-estruturas existentes para suportar os serviços de voz, dados e internet, bem como outros meios complementares, para garantir todos serviços, e colmatar a quebra de sinal, particularmente, nas estradas nacionais e nas localidades distantes dos centros urbanos.

O roaming nos serviços de telecomunicações em Angola existe, mas apenas funciona para chamadas internacionais, com operadoras estrangeiras com as quais as empresas angolanas de telefonia têm convénio.

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