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Luanda reforça combate à malária

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No período das chuvas, aumentam os charcos e lagoas, e consequentemente a proliferação de larvas e mosquitos, como Anopheles e o Aedes Aegypty, transmissores da Febre Amarela, Malária, Dengue, Chikungunya, Zika, dentre outras doenças.

De acordo com a Angop, para fazer face a essa situação, o governo provincial de Luanda vai, a partir do dia 15 deste mês, em todos os municípios, intensificar a luta anti-vectorial, com a promoção do uso de mosquiteiros tratados e tratamento correcto dos casos.

A pulverização intra-domiciliar com insecticida, gestão dos criadouros de larvas, fumigação, palestras, debates radiofónicos e televisivos, bem como acções de sensibilização porta-a-porta são outras acções.

Em Angola, a malária representa um problema importante de saúde pública e é a primeira causa de morte, consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal, aborto, parto prematuro, de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade materna.

A malária ainda representa cerca de 35 por cento da demanda de cuidados curativos, 20 por cento de internamentos hospitalares, 40 por cento de morte perinatais e 25 por cento de mortalidade materna.

Em Luanda, durante o ano de 2018, Luanda registou um milhão 179 mil e 415 casos, com mil e 80 óbitos.

O acto de lançamento terá lugar no dia 15 de Fevereiro, no Distrito do Rangel, no Largo defronte à escola Ngola Mbandi.

Para o êxito desta jornada, o Governo da Província de Luanda apela à população em geral, ONGs e comissões de moradores a aderir a actividade.

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