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Igreja Católica preocupada com o desenvolvimento sustentável

VOA

Bispos católicos, Angola (DR)

A igreja Católica em Angola diz que está preocupada com problemas ligados ao desenvolvimento sustentável, e debateu a questão na VI Semana Social, organizada, em Jnaeiro, pela CEAST-Conferência Episcopal de Angola e São Tomé.

Na abertura, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, Presidente da CEAST, disse que o desenvolvimento sustentável é “uma das grandes preocupações e que deve ser o nosso compromisso e o nosso desafio; nosso como pessoas e igreja preocupadas com os problemas sociais”.

O Núncio Apostólico em Angola, Dom Peter Rajik, defendeu a garantia de liberdade religiosa, além de se mostrar a favor de um esforço que deve ser feito por quem dirige o país para que aos angolanos não falte o mínimo material e espiritual para tornar efectiva a sua dignidade.

“A nível material este mínimo absoluto tem três nomes: casa, trabalho e terra. A nível espiritual liberdade de espírito, que inclui a liberdade religiosa, o direito à educação e todos os outros direitos civis,” disse Rajik.

Citando o Papa Francisco,Rajik disse que “a medida e o indicador mais simples e adequado para o cumprimento da nova agenda para o desenvolvimento é e será o acesso efectivo, prático e imediato de todos e para todos aos bens materiais e espirituais indispensáveis: habitação própria, trabalho digno, devidamente remunerado, alimentação adequada, água potável, liberdade religiosa e mais em geral liberdade de espírito e educação”.

O religioso condenou o comportamento dos que consomem de forma excessiva e destroem de maneira massiva, desequilibrada e irresponsável os recursos naturais, sem no entanto dar oportunidade a outros.

O PNUD em Angola considera o assunto preocupante pelo que, alerta que o Desenvolvimento sustentável só pode ser construído com empreendimentos que além do crescimento económico priorizassem a redução da pobreza, a fome, a conservação do meio ambiente e a valorização do capital humano.

O seu director, Henric Larsen, referiu que em conjunto com o governo angolano, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento tem trabalhado para identificar soluções para o país.

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