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Advogados sem verbas para assistência judiciária

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O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola, Luís Paulo Monteiro, manifestou indignação por a instituição não receber valores monetários para a assistência judiciária há mais de três anos, um incumprimento do Estado que “onera os advogados desnecessariamente”.

Luís Paulo Monteiro, escreve o Jornal de Angola, manifestou a sua indignação quando falava ao Jornal de Angola depois de ter publicado um texto, quinta-feira, na sua página oficial no Facebook, no qual informou terem sido assistidos pela Ordem dos Advogados 3.200 cidadãos com rendimentos mensais inferiores a 60 mil kwanzas em 2018, ano em que o Estado não disponibilizou verbas para a assistência judiciária e o patrocínio judicial.

No texto, o bastonário disse que, apesar de não ter havido verbas, a Ordem dos Advogados de Angola “organizou e confiou a defesa dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos carenciados aos advogados e advogados estagiários, que, sem olharem a meios, defenderam os cidadãos”.

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