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Tunísia: Jihadistas condenados a prisão perpétua por ataques em 2015

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Tribunal tunisino condena sete jihadistas à prisão por ataques, em 2015, que mataram dezenas de pessoas e abalaram a indústria do turismo nesse país africano.

Segundo avança a DW África, um tribunal da Tunísia condenou sete jihadistas à prisão por ataques a um museu e uma praia, em 2015, que mataram 60 pessoas, incluindo dezenas de turistas. A informação foi avançada pelos procuradores neste sábado (09.02).

Dezenas de réus enfrentaram dois julgamentos separados sobre os assassinatos, que ocorreram com apenas alguns meses de diferença na capital, Tunes, e em Sousse, uma cidade e município da costa oriental da Tunísia. Muitos réus, entretanto, foram absolvidos.

Três réus receberam sentenças de prisão perpétua por homicídio durante o primeiro ataque em março de 2015, ao Museu Nacional do Bardo, na capital. Dois homens armados mataram 21 turistas estrangeiros e um segurança tunisino.

Quatro franceses, quatro italianos, três japoneses e dois espanhóis estavam entre os mortos do ataque ao museu Bardo, antes dos dois atiradores terem sido mortos a tiros.

Os demais quatro réus receberam sentenças de prisão perpétua pelo ataque a um resort turístico em Sousse, em junho daquele ano. Na ocasião, 38 pessoas, a maioria turistas britânicos, foram mortas.

Outros acusados foram condenados a dezesseis anos, avançou o porta-voz da procuradoria, Sofiene Sliti. Entretanto, promotores já disseram que planejam lançar recursos em ambos os casos.

Entre os julgados, seis agentes de segurança foram acusados ​​de não ajudar pessoas em perigo durante o ataque de Sousse.

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