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Champions League: 16 equipas, 16 figuras

Ajax (Holanda) - Matthijs de Ligt (DR)

Estão a chegar os oitavos de final da Liga dos Campeões. São 16 equipas, de sete países, que representam o melhor do futebol europeu. Em cada uma delas, quem pode, de facto, fazer a diferença?…

Ajax (Holanda) – Matthijs de Ligt
Segundo avança a DW África, aos 19 anos, é dos mais promissores e cobiçados talentos do futebol mundial. Defesa central na linha de Beckenbauer. Um astro em potência.

Atlético Madrid (Espanha) – Diego Costa
Tem tanto de mau feitio como de bom jogador. O hispano-brasileiro continua a ser uma das referências do ataque “colchonero”, juntamente com o francês Antoine Griezmann. Uma dupla temível para qualquer defesa.

Barcelona (Espanha) – Lionel Messi
Para muitos, o astro dos astros. Lionel Messi parece regressar, nesta fase da temporada, ao esplendor exibicional dos bons velhos tempos. Sozinho resolve um jogo, e os catalães também contam com isso.

Bayern Munique (Alemanha) – Robert Lewandowski
Senhor de uma regularidade impressionante, o avançado polaco continua a dar cartas no ataque dos campeões alemães. Servido por uma “mannschaft” impressionante, é uma seta apontada às balizas adversárias.

Borussia Dortmund (Alemanha) – Marco Reus
Está em “ponto de rebuçado”, o “internacional” alemão. Numa fase importante da carreira, é referência e voz de comando no líder da Bundesliga, que pretende igualmente “atacar” a Europa do futebol.

Juventus (Itália) – Cristiano Ronaldo
O avançado português protagonizou a transferência do ano, e quer, na Juventus, conquistar o que conseguiu no Manchester United e no Real Madrid. A “vecchia signora” tem andado perto, na Liga dos Campeões, mas espera agora, com a chegada do jogador madeirense, ganhar a prova.

Liverpool (Inglaterra) – Mohamed Salah
O egípcio é um quebra-cabeças para os adversários: veloz, imprevisível, repentista, com uma fina técnica e um apurado sentido de baliza. Jürgen Klopp e o Liverpool contam com ele para regressarem às grandes glórias europeias.

Olympique Lyon (França) – Anthony Lopes
O guarda-redes “internacional” português pediu escusa, nesta fase da carreira, de convocatórias para a seleção campeã da Europa, justamente para se concentrar no trabalho ao serviço do seu clube. “Outsider” na Liga dos Campeões, o clube francês pode lucrar com isso, e tem em Lopes um dos principais trunfos.

Manchester City (Inglaterra) – Bernardo Silva
O jovem português não tem parado de escutar rasgados elogios por parte do seu treinador. Pep Guardiola reconhece em Bernardo qualidade únicas, que têm, de resto, sido muito importantes para a recuperação don City na Premier League. As mesmas qualidades que os “citizen” esperam ver confirmadas na prova milionária.

Manchester United (Inglaterra) – Paul Pogba
O médio francês, desde a saída de José Mourinho do comando técnico dos “red devils”, assumiu todo o protagonismo. Parece saído da hibernação. Agora com Solskjaer ao leme, Pogba é um trunfo dourado no meio-campo do United, e quer juntar o título de campeão europeu de clubes ao de campeão do mundo de seleções.

Paris Saint-Germain (França) – Edinson Cavani
O ponta-de-lança uruguaio assume clara preponderância na equipa comandada por Thomas Tuchel, sobretudo com a lesão de Neymar. Desta forma, Cavani reúne em si a esperança parisiense de, finalmente, poder chegar muito longe na Liga dos Campeões.

FC Porto (Portugal) – Iker Casillas
O mais experiente jogador do grupo de trabalho do campeão português é, também, a grande reserva de qualidade que pode fazer a diferença. Correndo “por fora”, o FC Porto confia no “internacional” espanhol muito mais do que a simples defesa das suas redes: espera que ele comande todo o grupo, do alto da sua imensa experiência internacional.

Real Madrid (Espanha) – Luka Modric
O croata, considerado melhor jogador do mundo de 2018, apresenta-se como a clara mais valia de um Real Madrid ainda não completamente recuperado da saída de Cristiano Ronaldo. Modric alimenta do jogo “merengue”, é a referência do meio-campo ofensivo do Real, e pode fazer a diferença em jogos de grande equilíbrio.

AS Roma (Itália) – Edin Dzeko
Homem de sete vidas, o “internacional” bósnio continua a superar-se ao serviço da equipa romana. Felino, experiente, rápido, exige permanentes cuidados dos defensores contrários, e é uma mais-valia inequívoca numa equipa cuja temporada doméstica tem deixado muito a desejar…

Schalke (Alemanha) – Daniel Caligiuri
Um trabalhador de equipa mas, acima de tudo, um jogador polivalente, inteligente, excelente em termos posicionais. Um trunfo de Domenico Tedesco e do conjunto de Gelsenkirchen para o ataque à fase eliminatória da UEFA Champions League.

Tottenham (Inglaterra) – Harry Kane
O melhor ponta-de-lança atual no futebol inglês é, igualmente, a estrela do conjunto londrino. Harry Kane está a atingir o momento ideal na sua carreira, e espera poder cumprir o sonho de levar os “spurs” o mais longe possível na competição.

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