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Ascofa quer reintegração dos ex-militares no funcionalismo público

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O actual Conselho de Administração da Associação de Apoio aos Combatentes das ex-FAPLA (Ascofa), no âmbito das linhas de acção para o quinquénio 2019/2024, tenciona trabalhar com os governos provinciais para a reintegração dos associados que ainda possuem robustez física em qualquer ramo da vida social.

Essa intenção foi expressa à imprensa, pelo Presidente do Conselho de Administração, Caetano António Marcolino, no âmbito do acto solene de empossamento no novo corpo directivo da associação.

Para o responsável, escreve Angop, há necessidade de trabalhar com os governos das províncias para reintegra-los em qualquer que seja o serviço que lhes for posto a disposição, quer seja em trabalhos de segurança, na agricultura, na educação, saúde e outros de utilidade pública.

De acordo com Caetano Marcolino, a agremiação vai criar condições de trabalho, para os que têm potencial para integrar no funcionalismo público e, para os que não poderem, vão beneficiar do esforço dos que ainda estão a trabalhar em prol da associação.

“O associado mais novo tem 47 anos de idade pode ser aproveitado pois possui robustez física para trabalhar, ao contrário estariam a descurar uma força motriz e de trabalho para a sociedade, exemplificou.

Avançou que a associação vai procurar auxílio do titular do Executivo para junto de outras forças vivas da sociedade poder alavancar a Ascofa.

Esta é a segunda direcção que dirige a ASCOFA após 17 anos da sua criação.

A Ascofa, fundada a 1 de Agosto de 2001, conta actualmente com 86 mil associados, e tem como objectivo principal proporcionar a assistência e reintegração social dos militares da ex-FAPLA.

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