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Empresas inquiridas para aferir desenvolvimento científico do país

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De acordo com a Angop, o Ministério do Ensino Superior Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) vai usar uma amostra de mais de 100 empresas ligadas ao ensino superior, investigação científica, desenvolvimento e inovação no 3º Inquérito de Ciência, Tecnologia e Inovação, afirmou, nesta terça-feira, em Luanda, a instituição.

O processo, que decorrerá até ao mês de Março de 2019, servirá para se apresentar os resultados sobre o real desenvolvimento tecnológico e científico de Angola para o Executivo orientar as medidas futuras de natureza política e melhorar o processo de investigação científica.

De com o director Nacional de Ciência e Investigação Científica, António Alcochete, que falava no âmbito do lançamento da campanha para o inquérito, o interrogatório de abrangência nacional é basicamente a recolha de indicadores por meio de três fichas, uma virada para a investigação científica e o desenvolvimento, uma de inovação e uma de transferência de tecnologia, baseadas em manuais reconhecidos internacionalmente e assumidos pelas Nações Unidas e SADC.

Para tal, técnicos do MESCTI vão constituir equipas de trabalho de campo envolvendo igualmente especialistas do Instituto Nacional de Estatística e do Instituto Nacional de Inovação, bem como do INAPEM.

A ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria Sambo, revelou que Angola conta com dois artigos científicos por um milhão de habitantes, segundo dados do 2º Inquérito publicado no Relatório da Unesco em 2015.

Maria do Rosário Sambo considera negativo tal situação, afirmando que, na mesma altura, a África do Sul havia registado mais de 100 artigos científicos.

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