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ADI de São Tomé e Príncipe marca congresso ordinário para Março

Durante o evento, os membros do partido da oposição são-tomense pretendem “definir as regras claras de um partido democrático”. Ex-líder do movimento, Patrice Trovoada, não descarta concorrer novamente à liderança.

O conselho nacional da Ação Democrática Independente (ADI), na oposição em São Tomé, marcou para 30 de março o congresso ordinário do partido e ratificou uma comissão de gestão para preparar o evento, disse fonte partidária este sábado (26.01).

De acordo com a Dw África, o porta-voz da ADI, Abenildo de Oliveira, disse aos jornalistas que o congresso vai aprovar um novo estatuto que os militantes esperam poder “definir regras claras de um partido democrático”.

Sobre uma nova liderança do partido, Abenildo de Oliveira disse que “está tudo em aberto”, não havendo candidatura exclusiva. “A data do congresso já está marcada, e qualquer militante ou dirigente pode ser candidato”, explicou.

Regresso da antiga liderança?

Patrice Trovoada, que há dois meses demitiu-se da presidência do partido, prometeu num vídeo enviado ao conselho nacional que não vai abandonar a ADI e deixou em aberto a possibilidade de concorrer à sua liderança.

“Eu estarei e continuarei sempre na ADI, veremos, depois da reestruturação, quais serão as propostas para a ADI, veremos se nessa altura eu apresentarei também uma moção de estratégia e verei nessa altura se eu serei candidato a presidência do partido”, disse Patrice Trovoada.

Trovoada justifica que o seu afastamento da direção da ADI foi porque “era aquilo que era necessário fazer depois de uma derrota eleitoral, depois de ter assumido, durante quatro anos a chefia do governo, depois de ter sido o rosto da ADI, do governo e da agenda de transformação”.

“Era necessário um tirar as consequências do resultado eleitoral e permitir que uma equipa dos nossos companheiros possa avançar com esse trabalho de reestruturação do partido até ao congresso”, explicou.

Patrice Trovoada reconhece que até a realização deste conselho nacional, registaram-se dentro do partido “algumas peripécias”, que consideram “estar ultrapassadas”. “Estou convencido de que depois dessas pequenas turbulências a ADI saiu mais forte”, afirmou.

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