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Derrame de combustível em ruas do Lobito está controlado

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O derrame de combustível verificado nos últimos dias, através das sarjetas nas ruas Bartolomeu Dias e 5 de Outubro, na cidade do Lobito, província de Benguela, está controlado, disse, nesta sexta-feira, o director do Gabinete de Comunicação da administração da região, Ernesto Carolócio.

Em declarações à Angop, Ernesto Carolócio lembrou que o vazamento de combustível (gasóleo) ocorreu no dia 6 de Janeiro deste ano e os técnicos da Administração Municipal do Lobito, dos bombeiros, da Sonangol e da Pumangol trabalharam na identificação e superação do problema, que provinha dos colectores das águas pluviais dessas ruas.

Apesar da situação estar controlada, afirmou que as autoridades locais vão prosseguir com as investigações sobre a origem do produto na conduta das águas pluviais.

O também porta-voz da comissão que trabalha na investigação do caso contou que o problema aconteceu devido a uma rotura numas das condutas de água doméstica, provocando uma sobrecarga nos colectores que cedeu e o combustível passou directamente para a conduta de águas pluviais, na zona comercial da cidade do Lobito.

Fez saber que os técnicos verificaram que durante o período em que ocorreu a rotura, as águas pluviais misturaram-se com o combustível e derramou para a via pública.

Descartou que houvesse relação do derrame com o sistema de abastecimento de água à população, afirmando, contudo, que a comissão intersectorial criada pela Administração Municipal do Lobito está a fazer um trabalho de inspecção à conduta das águas pluviais para melhor apurar os factos.

Já o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros da província de Benguela, Eduardo dos Santos, destacou a pronta intervenção dos técnicos para neutralizarem o risco que havia em termos de incêndio e poluição ambiental, principalmente para os edifícios próximos ao local afectado pelo derrame.

“Fez-se sucção do combustível com a ajuda dos moradores”, salientou.

Afastou a possibilidade de que o combustível tenha vazado do posto de abastecimento da empresa Pumangol, junto à zona onde tudo aconteceu.

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