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Líder do PT assistiu à tomada de posse de Nicolás Maduro

Observador/Lusa

(SEBASTIAO MOREIRA/EPA)

Gleisi Hoffmann disse que sua intenção com esta viagem é “levar o apoio do PT ao povo venezuelano” e denunciar “a posição agressiva do Governo do Presidente [do Brasil] Jair Bolsonaro contra a Venezuela”, que afirma ser contrária à tradição diplomática do Brasil. A participação da presidente do PT surge em sentido contrário à posição adotada pelo Governo brasileiro e pela comunidade internacional, que não reconheceu a eleição de Maduro.

No último sábado, o Grupo de Lima, que é constituído por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia, anunciou que não reconhecerá o novo governo de Maduro.

Estes países também instaram o Presidente venezuelano a não assumir um novo mandato, alegando que a eleições presidenciais na Venezuela, disputadas em maio passado, não teria legitimidade já que não contaram com a participação de todos os atores políticos daquele país e com a presença de observadores internacionais independentes. O Brasil, e a maioria dos países da América Latina, os Estados Unidos e a União Europeia decidiram não enviar representantes à posse de Maduro.

Segundo a chancelaria venezuelana, o Presidente da Bolívia, Evo Morales, da Nicarágua, Daniel Ortega, de Cuba, Miguel Díaz-Canel, de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén e também Anatoli Bibilov, líder da Ossétia do Sul, um país não reconhecido pelas Nações Unidas, confirmaram presença nos eventos de posse de Maduro.

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