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Homem agride mulher com bloco de cimento na cabeça até à morte

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Ana Manuel Zua, de 18 anos, já estava deitada na cama do casal quando foi atacada pelo marido, durante a madrugada do dia 5 deste mês. O homem, de 31 anos, e cujo nome não foi revelado, pegou num bloco de cimento e bateu-lhe com ele até à morte.

A informação foi transmitida ao NJOnline durante o balanço das acções investigativas de combate à criminalidade com destaque para a criminalidade violenta em toda extensão da província de Luanda, no período de 1 a 9 deste mês.

Segundo o Serviço de Investigação Criminal (SIC), questões passionais estarão na origem do assassinato da jovem de 18 anos de idade.

O SIC-Luanda foi até ao anexo da vivenda onde o casal vivia, no bairro do Partido, município de Talatona, e ainda tentou reanimar a vítima, mas sem sucesso. O marido foi detido sem oferecer resistência e já confessou a autoria do crime.

De acordo com o director de comunicação do Ministério do Interior, intendente Mateus Rodrigues, o autor confesso do crime de homicídio qualificado, após um desentendimento com a esposa, bateu-lhe com um bloco de cimento repetidas vezes na cabeça até a jovem perder a vida.

“A mulher perdeu a vida na hora, o homicida, no sentido de ilibar-se do acto praticado, deu um banho à vítima e voltou a deitá-la na cama como se estivesse a dormir”, disse, sublinhando que o acusado foi de imediato informar a irmã da vítima que a sua mulher se encontrava desmaiada na cama há várias horas.

“A cunhada do acusado não acreditou na versão, e decidiu, sem este dar conta, ligar à polícia e fazer a denúncia”, revelou, acrescentando que no momento que os efectivos do SIC-Luanda e os do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB) chegaram ao local tentaram sem sucesso reanimar a jovem.

“O suspeito do crime de homicídio qualificado entrou em desespero e ficou a chorar, tendo sido minutos depois algemado e transportado para o Comando Municipal de Talatona da Polícia Nacional onde confessou autoria do crime no departamento de investigação criminal”, explicou.

Mateus Rodrigues fez saber ainda que o homem já foi presente ao magistrado do Ministério Público (MP) e já foi legalizada a sua prisão, aguardando o julgamento em regime fechado na Comarca de Viana.

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