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China quer aliança forte com EUA para ajudar resto do mundo

Embaixador da China, Cui Aimin no acto de abertura da exposição fotografica que marca os 35 anos de cooperação entre Angola e China/Namibe (Foto: Anabela do Céu Fritz)

A República Popular da China pretende reforçar os laços de amizade e de cooperação económica com os Estados Unidos da América, por serem duas das maiores potências económicas do mundo e pelo facto de todos os demais países dependerem de ambos, escreve a Angop.

Esse sentimento foi manifestado, em Luanda, pelo embaixador chinês em Angola, Cui Aimin, durante um encontro com jornalistas angolanos.

Na ocasião, o diplomata reconheceu melhorias substanciais nas relações entre os dois países nos últimos anos, facto vincado, em 2018, durante a reunião entre os presidentes dos EUA e da China, Donald Trump e Xi JinPing, respectivamente.

O diplomata acrescentou que os dois países estão a dar passos firmes no domínio dos negócios e que a China tem estado a contribuir para a redução da pobreza a nível mundial.

“(….) todos os países devem respeitar as regras internacionais, ao invés de perseguirem interesses,” referiu o embaixador chinês em Angola, para quem as relações comerciais China/EUA podem influenciar as condições económicas no mundo.

Sublinhou que o seu país tem ajudado no combate contra a pobreza no mundo, pelo que julga importante salvaguardar as relações bilaterais entre estas duas maiores economias do globo, bem como persistir no respeito mútuo através do diálogo.

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