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MPLA augura por bons resultados nas autarquias locais de 2020

O País

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O partido no poder, MPLA, manifestou que as eleições autárquicas previstas para o ano de 2020 configuram um desafio político incomensurável, que vai exigir de todos uma participação activa.

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, assegurou ontem, em Luanda, que as eleições autárquicas previstas para 2020 afiguram-se para o MPLA como um desafio político incomensurável, que vai exigir de todos quatro pilares fundamentais: exemplo, dedicação, resiliência e perspicácia.

A responsável do partido dos camaradas exortou aos militantes, simpatizantes e amigos do partido MPLA a participarem activamente em todo o processo da institucionalização das autarquias locais. “O reforço do papel dirigente do MPLA para apoiar o líder do partido e o Executivo no grande desafio de melhorar o que está bem e corrigir o que esta mal deve constituir uma tarefa prioritária”, advertiu.

Luísa Damião discursava no âmbito da cerimónia de cumprimentos de ano novo à direcção do MPLA na sede do partido. Referiu que a história vem demostrando que este partido é vencedor e cabe a todos a grande responsabilidade de continuar nesta senda vitoriosa, o que implica uma boa preparação, de modo a alcançar bons resultados nas eleições autárquicas e continuar a responder aos anseios, às aspirações e às expectativas dos angolanos.

Apoio ao Executivo

O partido deverá continuar a apoiar o Executivo, disse Luísa Damião, na criação de condições para que o país dê um passo em relação ao aumento da oferta de bens e serviços, bem como na geração de empregos. De igual modo, por via do seu Grupo Parlamentar, apoiar a implementação do programa legislativo da Assembleia Nacional (AN) relacionado com o pacote legislativo autárquico.

Acrescentou ainda que pretendem continuar a apoiar as linhas mestras do combate contra a corrupção, nepotismo e a impunidade que o Estado angolano leva a cabo para eliminar todos os fenómenos que prejudicam o seu desenvolvimento e “minam” a aceitação nacional e internacional das suas instituições democraticamente constituídas. A responsável manifestou a necessidade de se reforçar a relação com a sociedade civil, estreitando-a cada vez mais, de modo a consolidar o processo de construção de uma sociedade cada vez mais democrática, justa e indivisível e continuar a trabalhar para moralizar a sociedade com alguns exemplos, comportamentos e atitudes, engajando, para o efeito, todos actores sociais e afirmando cada vez mais a cidadania.

OMA

Para a responsável, a Organização da Mulher angolana (OMA) deve reforçar o trabalho de maior inserção na sociedade, tornando-se numa maior organização, cada vez mais forte, dinâmica e a interpretar fielmente os anseios e as aspirações das mulheres angolanas, como guardiã e defensora dos nobres direitos da mulher angolana e continuar a fazer advocacia em prol da igualdade do género e do empoderamento da mulher.

Apelou também a esta organização para apoiar a mulher rural, sobretudo as jovens, incentiválas a assumirem maior protagonismo na vida política, económica, social e cultural, destacando a sua participação activa nas eleições autárquicas, bem como continuar a prestar o seu contributo na moralização da sociedade, no combate ao analfabetismo e na promoção da formação política, ideológica e profissional das mulheres. Na educação para a saúde das mulheres nas comunidades, na educação das famílias no combate à violência doméstica, no fortalecimento da sua cultura jurídica e desenvolver acções que contribuam para a inclusão digital e incentivar o uso correcto das tecnologias de informação e comunicação.

JMPLA

Para o braço juvenil do partido, a JMPLA, Luísa Damião avançou a necessidade de se prestar especial atenção na preparação do seu VIII Congresso Ordinário, tendo sempre presente a estratégia de transição geracional que se vai operar na organização juvenil à luz da Carta Africana da Juventude que define 35 anos como idade limite para a juventude. O encontro contou com a presença de militantes e membros do partido, com destaque para Roberto Victor de Almeida, Julião Mateus Paulo “Dino Matross” e António Paulo Kassoma, que até à última legislatura exerceram os cargos de vice-presidente e secretário- geral, respectivamente.

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