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Polícia enaltece colaboração da população no combate ao crime

A Polícia Nacional perspectiva, com a operação resgate, uma redução do índice de criminalidade, por acautelar as estratégias de sensibilização da população e o seu envolvimento, afirmou nesta terça-feira, em Luanda, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII) do Ministério do Interior, Waldemar Paulo.

Até Dezembro de 2018, no âmbito da operação resgate, foram detidos 4.735 cidadãos, por alegado envolvimento na prática de crimes diversos, o encerramento de 1.208 mercados de rua, 1.735 estabelecimentos comerciais e 1.606 seitas religiosas ilegais.

Durante o período em referência, a Polícia Nacional recuperou 23 viaturas e cinco toneladas de acessórios de automóveis, sendo 13 em Luanda, oito na Huíla, uma no Bengo e outra no Huambo.

A Operação Resgate visa devolver a autoridade ao Estado, combater o crime e a imigração ilegal, reforçar a ordem pública, ordenar a venda ambulante e travar o comércio ilegal de acessórios de viaturas.

A operação, a decorrer em todo país, visa reforçar a ordem e a tranquilidade públicas, ordenar a venda ambulante, travar o comércio ilegal de acessórios de viaturas e outros males que afectam a segurança pública. Tem ainda como finalidade repor os valores que se foram perdendo nos últimos anos. A Polícia encoraja os cidadãos que venham a ser vítimas de excesso policial a apresentarem reclamações à área de Inspecção dos comandos municipais da Polícia Nacional.

Durante a operação, vão trabalhar equipas de inspecção com o objectivo de fiscalizar a actuação dos efectivos que vão estar envolvidos na actividade.

Falando no quadro de uma visita à Angop, o oficial da corporação destacou, igualmente, a acção dos órgãos de comunicação social, bem como a implementação de outros factores como emprego, água e energia eléctrica as comunidades como fundamental para o alcance dos objectivos traçados no âmbito da operação resgate.

No quadro da implementação da nova dinâmica com os órgãos de comunicação social, o GCII do Ministério do Interior está a levar a cabo uma série de visitas as instituições, com vista a estreitar as relações existentes.

O subcomissário Waldemar Paulo destacou a evolução em termo das tecnologias da informação e comunicação, bem como do capital humano da Angop.

Referiu ainda que, com a sua funcionalidade que assume a responsabilidade de divulgação de conteúdos de forma oficial e com propriedade a nível interno e externo, a agência joga um papel importante na canalização das informações relativamente as matérias de carácter específicas do Minint.

A comitiva foi recebida pelo Administrador Executivo para a Área de Conteúdos, José Chimuco, e pelos editores-chefes nacional e da redacção central, Elias Tumba e Ismael da Silva, respectivamente, tendo percorrido os vários desk’s e departamentos da agência.

Na sua intervenção, o administrador José Chimuco referiu que a visita serviu de aproximação entre a agência e o Minint, enquanto fonte, uma vez ser necessário colocar as comunidades a par das situações que acontecem no país, apelando, assim, a maior abertura no sentido de viabilizar, com maior brevidade, as informações relacionadas com casos de específicos e domínio da polícia.

Fizeram parte da delegação do Ministério do Interior os directores dos Gabinetes de Comunicação Institucional e Imprensa do Serviço de Investigação Criminal, Protecção Civil e Bombeiro, Serviço de Migração Estrangeiro e dos Serviços Prisionais.

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