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Moçambique: Banco Credit Suisse distancia-se dos ilícitos no caso das dívidas ocultas

Credit Suisse afirma que os seus ex-funcionários detidos em conexão com as dívidas ocultas agiram por conta própria, escondendo supostos ilícitos ao banco. E o número de detidos acusados pelos EUA subiu agora para cinco.

Segundo informa a DW África, na sua edição desta sexta-feira, 04, a Procuradoria da Justiça em Nova Iorque subiu para cinco o número de acusados no esquema de fraude envolvendo empréstimos a empresas públicas moçambicanas realizados à margem das contas, no valor de mais de 2 mil milhões de dólares.

Aos nomes já conhecidos de Manuel Chang, ex-ministro das Finanças de Moçambique, e de três antigos banqueiros que intermediaram os empréstimos – Andrew Pearse, um ex-diretor do banco Credit Suisse, Surjan Singh, diretor no Credit Suisse Global Financing Group, e Detelina Subeva, vice-presidente deste grupo – a acusação estendeu-se esta quinta-feira (03.01.) a Jean Boustani, um negociador alegadamente envolvido no esquema, segundo a Associated Press.

O Credit Suisse, o segundo maior banco da Suíça, comprometeu-se a cooperar com a investigação norte-americana, mas esclarece que não foi indiciado pelo Departamento de Justiça dos EUA.

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