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Luanda sem restrições de energia eléctrica

A cidade de Luanda está a ser abastecida de energia eléctrica sem restrições, anunciou no Ambriz, Bengo, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges avança o Jornal de Angola.

Segundo o ministro, a situação da energia no país é favorável, porque a província de Luanda era o principal problema que o sector tinha em termos de capacidade de atendimento.

João Baptista Borges reconheceu que algumas zonas do país enfrentam dificuldades quanto ao fornecimento de energia eléctrica, principalmente o Leste e parte do centro de Angola.

João Baptista Borges, que falava na inauguração da primeira subestação eléctrica no município do Ambriz, Bengo, disse ainda que o fornecimento de energia na cidade de Saurimo (Lunda-Sul), também não é das melhores. Está em curso a construção de uma central térmica, que ainda não está concluída.

O ministro considerou que o fornecimento de energia eléctrica no resto do país, principalmente as capitais das províncias, já é satisfatório.

No próximo ano, segundo o ministro, o sector vai dar continuidade aos projectos que estão a ser executados, para aumentar o fornecimento de energia ao país. É o caso da barragem de Laúca (Malanje), onde se prevê concluir as duas turbinas que faltam para completar as seis que estão no projecto.

Sobre a barragem de Caculo Cabaça, iniciada no ano passado, o ministro disse que as obras vão se estender até 2023.
Estão ainda em carteira vários projectos no domínio do transporte de energia, a construção de novas centrais térmicas e a conclusão da barragem de Laúca, que vai permitir a ligação ao Huambo, Waku Kungo (Cuanza-Sul) e Cuito (Bié).

O projecto no domínio do transporte de energia, disse, é um dos mais importantes do país e deve ser concluído no primeiro trimestre do próximo ano.

A esse propósito, disse, está a ser criada uma linha de transportação entre Cambambe e Benguela, que fica concluída em Junho do próximo ano.
A primeira subestação do Ambriz, no Bengo, vai beneficiar mais de 11 mil famílias.

Para a distribuição de energia, foi construída uma linha de alta tensão com uma potência de 60 kv e com um custo de 35 milhões de dólares norte-americanos, no âmbito da linha de crédito da China. Foram criados nove postos de transformação.

Segundo João Baptista Borges, a subestação eléctrica do Ambriz é uma mais valia para a circunscrição, que possui várias potencialidades económicas.

“A chegada da energia ao município do Ambriz vai representar um passo em frente no seu desenvolvimento”, disse o ministro, que exortou as populações a cuidar daquele bem, que custou milhões de dólares ao Estado.

Para a governadora do Bengo, Mara Quiosa, o projecto energético vai trazer o desenvolvimento e a melhoria de vida das populações.

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