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Andebol: Guialo aponta cumplicidade para revalidação do título

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Foto de família com as campeãs africanas de andebol (Foto: Francisco Miúdo)

A capitã da seleção nacional sénior feminina de andebol, Isabel Guialo, apontou sexta-feira, em Luanda, o factor cumplicidade e espírito de sacrifício como aspectos que ajudaram o grupo a vencer na final o Senegal, por 19-14, e consequentemente a conquista do 13º título africano feminino da categoria disputado no Congo Brazzaville.

De acordo com a meia distância central que falava na cerimónia de recepção, registada no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, foi preciso partilhar estratégias, técnicas de defesa e ataque para travar as senegalesas, que venciam ao intervalo por 10-7, e desarmar a liderança do placar e conservar a vantagem até ao final.

Outro elemento importante, salientou a jogadora, foi o poder de interpretação do grupo que num clima de elevada pressão conseguia dar respostas as orientações vindas do Técnico Morten Soubak, e culminar com triunfo como foi preconizado.

Para a guarda-redes Teresa de Almeida “Bá” sublinhou que grupo aos poucos ia perdendo a confiança, mas o treinador Morten Soubak conseguiu controlar os ânimos do conjunto, que voltou a ter concentração defensiva e motivação ofensiva.

Já a MVP Albertina Cassoma,frisou que sempre esteve confiante no triunfo de Angola, daí que, mesmo registando um período que era cerrada, tudo fazia para finalizar com golo os lances.

Representaram igualmente Angola no africano Cristina Branco, Liliana Venâncio, Vilma Nenganga, Elizabeth Cailo, Janete dos Santos, Wuta Dombaxi, Azenaide Carlos e Magda Cazanga e as estreantes Helena Sousa, de 24 anos de idade, Claudeth José (21), Joana Costa (22), Suzeth Cazanga (25) e Helena Paulo (20).

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