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Número 2 do Facebook recebe apoio de junta directora em polémica com Soros

Afp

Sheryl Sandberg, a número dois do Facebook, recebeu na quarta-feira (5) o respaldo do conselho director da maior rede social do mundo, ao ser criticada por seu papel em uma investigação interna sobre o bilionário George Soros.

“As acções da senhora Sandberg foram bastante apropriadas devido a seu papel como número dois”, disse o conselho em uma carta à fundação George Soros, que demandou desculpas da empresa após a imprensa local revelar que a rede estava buscando desacreditar o filantropo e crítico feroz do Facebook.

O conselho expressou apoio a Sandberg em uma carta enviada à Open Society Foundation of Soros, apontando para o magnata que seu “desacordo com vários pontos ele levanta”.

Sandberg, por muito tempo considerado a “adulta” desta empresa dirigida por jovens, tornou-se o centro de uma controvérsia sobre como a rede social tentou neutralizar as críticas de Soros e outras personalidades.

A executiva é uma feminista proeminente e autor com fortes conexões políticas que tem gerado fortes críticas especialmente por um esforço embaraçoso para investigar Soros, que em um discurso em Janeiro de 2018 no Fórum em Davos, Suíça, descreveu o Facebook como ” ameaça à sociedade”.

Soros havia exigido uma desculpa pública depois que a imprensa revelou que o Facebook havia utilizado uma agência de comunicação com reputação duvidosa para responder seus críticos após o caso das polémicas manipulações russas em sua plataforma durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016.

O Facebook reconheceu na semana passada que Sandberg pediu à sua equipe que realizasse uma investigação sobre o multimilionário de origem húngaro depois de seus comentários em Davos, devido à preocupação reinante de que tem em seu poder uma posição “curta” que poderia se beneficiar de uma queda nas acções da rede.

“Como é de se esperar depois de um ataque de uma figura tão conhecida e amplamente respeitada, a equipe do Facebook iniciou a investigação para tentar compreender as motivações que impulsionaram as críticas, fossem financeiras ou de outro tipo”, disse a junta na carta.

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