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Verbas para a Cultura em 2019 excedem 1% do Orçamento do Estado

Público

O primeiro-ministro assegurou hoje que o orçamento global na área da Cultura para 2019 excede um por cento do Orçamento Geral do Estado, sublinhando que é “o maior de sempre” e que “vai continuar a crescer”.

“Oiço falar desse um por cento, não sei bem do que é que falam. É um por cento do orçamento, do PIB, das receitas gerais? Este orçamento, na transversalidade do que são as verbas dedicadas à Cultura, que envolve ensino artístico, que envolve a promoção do cinema, o orçamento do próprio Ministério da Cultura, excede um por cento do Orçamento Geral do Estado”, afirmou António Costa aos jornalistas, no fecho da Feira do Livro de Guadalajara, no México.

Ainda assim, o primeiro-ministro reconheceu que as verbas disponíveis do Orçamento para 2019, agora aprovado, não chegam.

“Se pergunta se chega? Não, não chega, como não chega na área da Educação, da Saúde, da Habitação. É um caminho que estamos a fazer”, afirmou.

António Costa garantiu ainda que a ministra da Cultura, Graça Fonseca, no cargo desde outubro, “terá toda a capacidade para executar o orçamento”, que foi delineado com uma tutela anterior, liderada por Luís Filipe Castro Mendes.

“Faz parte do exercício da vida de todos os ministros procurar multiplicar os recursos que têm no orçamento por outros recursos que têm que por ao serviço das políticas”, disse António Costa.

Sobre a Feira do Livro de Guadalajara, que teve Portugal como país convidado, o primeiro-ministro sublinhou que “a cultura é um elemento fundamental na valorização da marca Portugal” e através dela promover as empresas portuguesas e novas oportunidades de investimento.

A Feira foi inaugurada no dia 24 de novembro com a presença da ministra da Cultura, Graça Fonseca, sendo agora encerrada pelo primeiro-ministro e com a presença, a convite pessoal, do ex-ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

António Costa convidou o antigo titular da pasta como “reconhecimento do excelente trabalho que fez na preparação” da participação de Portugal na feira de Guadalajara.

“Achei que era da mais elementar justiça fazê-lo”, justificou.

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