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Pré-escolar e ensino primário com manuais actualizados em 2019

Angop

O ano lectivo 2019, com início previsto para 1 de Fevereiro, será marcado com a introdução de manuais actualizados no pré-escolar e no ensino primário, numa ordem de 63 por cento.

A actualização dos materiais curriculares vigentes desde 2004, enquadram-se no programa da Revisão Curricular em curso, que consiste na superação das insuficiências e correcção dos erros detectados nos materiais curriculares.

A iniciação, por exemplo, que funcionava com dois manuais de instrução (Volume I e II), vê aumentado o número para três, sendo um para cada trimestre.

No caso do manual do Estudo do Meio, destaca-se a alteração de algumas imagens que passam a ser mais ilustrativas, como o caso do corpo humano, e no manual de Geográfia da 6ª o destaque recai para o aumento do número de barragens de 7 para 9.

No manual de História da 6ª classe retificaram a data da morte do primeiro líder do maior partido da oposição Jonas Savimbi, que no actual manual fazia referência de 2004 ao invés de 2002.

Esses terão vigência até 2021, a partir de 2022 vão ser substituídos gradualmente, fruto de um inquérito que será realizado em breve.

Com a Revisão Curricular, o Ministério da Educação (MED) procura atender efectivamente todos os alunos no tocante a aprendizagem significativa, pois trabalha não só para garantir a unidade diálectica entre os saberes universais, mas também para a inclusão dos alunos com necessidades especiais, com a produção de manuais produzidos em braille, um sistema de escrita fixada num papel em relevo que se interpreta por meio do tacto, utilizado por pessoas com deficiência visual.

Foram igualmente actualizados os planos curriculares, programas das disciplinas, manuais escolares, cadernos de actividades, guia dos professores, caderneta de avaliação, bem como os relatórios descritivos.

Trata-se da segunda actualização dos manuais escolares registado no sistema de ensino depois do alcance da independência Nacional, em 1975. A primeira registou-se em 2004.

A actualização está orçada em 1,1 mil milhões de Kwanzas.

O director do Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento da Educação, Manuel Afonso, avançou que os manuais actualizados serão distribuídos na ordem de 63 por cento e os não actualizados em 37 em todas as províncias e salas de aulas.

Questionado sobre a coabitação de ambos materiais, revelou que deve-se a conjuntura financeira, pois o concurso que permitiu a actualização foi realizado em 2017, enquanto a produção. por parte das gráficas, só começou no início do ano em curso, o que fez com que solicitassem a interrupção da produção dos manuais anteriores.

“Optamos por arrancar com os poucos actualizados e os que não tiverem livros actualizados poderão ser orientados pelos professores, com o apoio dos outros instrumentos de trabalhos actualizados”, reforçou.

Quanto a possível venda ilegal, disse estarem em alerta todos os intervenientes, nomeadamente gráficas, distribuidoras, delegações províncias, e contarão com o apoio da Polícia Nacional.

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