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Futuro ministro brasileiro anuncia extinção do Ministério do Trabalho

Expresso / Lusa

O futuro ministro confirmou ainda que a advogada e pastora Damares Alves é uma forte possibilidade para assumir a pasta de Ministra dos Direitos Humanos, Família e Mulheres (JOEDSON ALVES/EPA)

Os assuntos anteriormente tutelados pelo ministério do Trabalharão serão divididos entre pelas pastas da Justiça, Economia e Cidadania. O governo de Bolsonaro terá 22 ministérios, anunciou ainda Onyx.

O futuro ministro da Casa Civil do Brasil, Onyx Lorenzoni, afirmou esta segunda-feira que o Governo do Presidente eleito, Jair Bolsonaro, vai extinguir o Ministério do Trabalho.

O ministro falava numa entrevista à Rádio Gaúcha, na qual explicou que as atuais atividades da pasta do Trabalho serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e o da Cidadania.

Questionado sobre se o Ministério do Trabalho será dividido, ele afirmou que “as questões sindicais ficam com [Sergio] Moro” no Ministério da Justiça e da Segurança. Já as “áreas que tratam de políticas ligadas a geração e emprego serão divididas nas pastas de Economia e Cidadania”, explicou Lorenzoni.

A existência ou não de um ministério do Trabalho era há muito uma dúvida, refere a estação televisiva Globo. A dúvida prendia-se essencialmente com as posições de Jair Bolsonaro sobre o assunto: inicialmente, o presidente brasileiro anunciou que o Trabalho deixaria de ter ministério próprio, passando a tutela dos assuntos ali habitualmente tratados para um outro ministério. Mais tarde, Bolsonaro voltou atrás, dizendo que o Trabalho “continuaria com estatuto de ministério” e não seria “secretaria” de Estado.

A existência ou não de um ministério do Trabalho era há muito uma dúvida, refere a estação televisiva Globo. A dúvida prendia-se essencialmente com as posições de Jair Bolsonaro sobre o assunto: inicialmente, o presidente brasileiro anunciou que o Trabalho deixaria de ter ministério próprio, passando a tutela dos assuntos ali habitualmente tratados para um outro ministério. Mais tarde, Bolsonaro voltou atrás, dizendo que o Trabalho “continuaria com estatuto de ministério” e não seria “secretaria” de Estado.

 

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