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William e Patrício processam Bruno de Carvalho por difamação

Observador / Sara Antunes de Oliveira

(ANTÓNIO COTRIM/LUSA)

Jogadores garantem que não participaram em almoços e jantares com elementos da Juve Leo e acusam o ex-presidente do Sporting de mentir em tribunal.

William Carvalho e Rui Patrício vão processar Bruno de Carvalho pelas declarações que fez no Tribunal do Barreiro, quando foi detido, em novembro. Segundo o Correio da Manhã, os dois jogadores acusam o ex-presidente do Sporting de difamação e de ter mentido perante o juiz de instrução.

No interrogatório, divulgado pela RTP na sexta-feira passada, Bruno de Carvalho disse que William e Patrício participaram em almoços e jantares com elementos da Juve Leo. Fontes próximas dos atletas revelam que os dois consideram que essas declarações são atentatórias ao seu “bom-nome e dignidade”.

Bruno de Carvalho diz que foi Jesus a mudar treino

Programa Sexta às 9 da RTP passou alguns excertos do interrogatório judicial de Bruno de Carvalho, que falou da segurança na Academia, das marcas das agressões e da relação que tem com as claques. (Por Bruno Roseiro)

Pelo contrário, garantem que nunca participaram nesses encontros. No caso do guarda-redes, agora ao serviço do Wolverhampton, isso “não faz qualquer sentido”, dizem as mesmas fontes ouvidas pelo jornal, lembrando que, além de ter sido uma das vítimas principais do ataque à Academia, Patrício foi também alvo das tochas arremessadas pela claque antes do jogo com o Benfica.
Jesus desmente mudança de treino

No primeiro interrogatório judicial, depois de ter sido detido por suspeitas de ter sido o mandante das agressões à equipa no centro de treino de Alcochete, em maio deste ano, Bruno de Carvalho garantiu também a mudança do dia do treino tinha sido decidida por Jorge Jesus e não por ele próprio. Fontes próximas do treinador, também citadas pelo Correio da Manhã, desmentem igualmente essas declarações e apontam o dedo ao ex-presidente: “Foi Bruno de Carvalho quem alterou o treino de 16 para 15 de maio”.

Os desmentidos juntam-se a um outro já feito pelos jornalistas que estavam junto à Academia de Alcochete, no dia da invasão. Bruno de Carvalho tinha justificado o facto de o portão do centro de estágios não ter sido fechado com um suposto pedido dos jornalistas que ali estavam. Em comunicado, os repórteres negam todas as afirmações do ex-dirigente.

Jornalistas desmentem pedido de portão aberto

Bruno de Carvalho disse no interrogatório judicial no caso das agressões na Academia que jornalistas pediram para portão ficar aberto mas profissionais presentes em Alcochete desmentem essa versão. (Por Bruno Roseiro)

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