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Angola: Reformas visam sociedade mais inclusiva e solidária – Luisa Damião

O processo de reformas em curso no país visa alcançar uma sociedade cada vez mais inclusiva e solidária, pressupostos que se coadunam com os princípios fundamentais e carácter do MPLA, afirmou hoje, quinta-feira, a vice-presidente desta formação política, Luisa Damião.

Intervindo na palestra sobre “a institucionalização das autarquias locais em Angola – ponto de vista económico”, promovida pelo MPLA, Luisa Damião afirmou que o partido trabalha no aprofundamento das políticas económicas, visando a promoção da justiça social, o desenvolvimento e prosperidade dos angolanos.

A partidária falou da reforma, com ênfase para a administração do Estado, consubstanciada nas autarquias, cujo processo de implementação constitui para o MPLA, por um lado, uma ocasião para modernizar-se cada vez mais e aprofundar a democracia interna, utilizando novos métodos de trabalho.

Constitui ainda uma nova forma de estar na política e uma nova maneira de se relacionar com a sociedade e os próprios militantes, assim como um passo importante para o bem-estar dos cidadãos, de acordo com a dirigente.

Segundo Luisa Damião, para o MPLA, a institucionalização das autarquias deve contribuir de modo pleno para o desenvolvimento regional, diminuindo as assimetrias entre os municípios, em busca da prosperidade e bem-estar das populações, assim como o desenvolvimento sustentável, que passa necessariamente pelo equilíbrio entre as vertentes económicas e sociais.

A vice-presidente do MPLA aferiu que o projecto de Orçamento Geral do Estado para o ano de 2019 aloca recursos financeiros directamente para as administrações municipais.

Neste sentido, exortou aos gestores públicos a fazerem uma rigorosa e correcta gestão dos recursos alocados, no intuito de contribuírem para as correcções que se impõem em prol do combate as práticas de má gestão e fazer jus ao lema partidário de “melhorar o que está bem, corrigir o que está mal”.

Referiu que para o MPLA, os anos de 2018 e 2019 afiguram-se como período de preparação e implementação de medidas administrativas, técnicas e políticas, para o êxito de todo este processo.

Considerou fundamental a preparação dos militantes do partido, de modo conveniente, para disputar e vencer as eleições autárquicas, tendo recomendado as estruturas partidárias para estarem envolvidas, de modo responsável, na concretização do programa de implementação das autarquias.

Luisa Damião recomendou ainda uma reflexão sobre a pertinência da ligação das autarquias ao desenvolvimento económico, para aferir até que ponto estas podem, de facto, ser um instrumento para atrair investimentos privados, com a finalidade de obter recursos e reduzir as assimetrias ou as disparidades regionais.

Segundo ainda a responsável, o MPLA considera que a defesa, o fortalecimento da independência nacional e a consolidação da paz constituem deveres de todos os angolanos.

Neste sentido, os angolanos são chamados a trabalhar para que, essas importantes conquistas políticas, se consolidem nos planos económico, social e cultural, em benefício de todos os cidadãos.

Operações

Por outro lado, a vice-presidente do MPLA lembrou que, com vista a promover um ambiente de ordem e tranquilidade na sociedade angolana, estão em curso duas operações, designadamente resgate e transparência.

A primeira tem como objectivo promover um ambiente de ordem e tranquilidades públicas, a recuperação dos melhores valores da angolanidade, civismo, respeito pelos bens públicos, respeito e amor ao próximo, enquanto a segunda visa o combate à imigração ilegal e ao tráfico ilícito de diamantes, explicou.

Reiterou que ultimamente, o país tem registado uma onda de actos de vandalismo que atentam contra a segurança, a saúde pública e aos bens patrimoniais.

Exortou a sociedade para apoiar o Executivo, no prosseguimento destas acções, para o bem de todos os angolanos.

A palestra teve como orador o docente universitário Alves da Rocha e agregou membros dos comités Central, Provincial, entre outros. (Angop)

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