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Munique foi palco de ‘horror’ na hora da despedida encarnada

Benfica diz adeus à Liga dos Campeões com uma pesada derrota em casa do Bayern.

Não poderia ter sido mais infeliz o adeus do Benfica a esta edição da Liga dos Campeões. As águias viveram uma autêntica noite de terror no Allianz Arena, frente ao Bayern, e saíram da Alemanha com uma pesada goleada (5-1), após uma exibição pobre, sem ideias e, por vezes, com uma estranha apatia, que, a este nível, se paga cara.

Quando entraram em campo, os encarnados já sabiam que tinham a presença na Liga Europa assegurada, graças ao triunfo (2-0) do Ajax diante do AEK Atenas. Mesmo assim, as águias tencionavam lutar pelo apuramento para os oitavos-de-final, diante de um Bayern que atravessava um momento menos feliz.

Numa primeira parte de pesadelo, só deu Bayern e… Vlachodimos. Ainda antes do encerramento do primeiro quarto de hora, o conjunto bávaro adiantou-se no marcador, num lance de inspiração de Robben. O extremo holandês pegou na bola na linha, no lado direito, foi fletindo para o meio numa daquelas jogadas que já servem de cartão de visita, e, depois de deixar cinco jogadores encarnados para trás, disparou, de pé esquerdo, colocando a bola no ângulo da baliza benfiquista.

Em desvantagem, os comandados de Rui Vitória não conseguiram reagir e foram vendo os alemães somar oportunidades de golos. Dez minutos depois, Vlachodimos protagonizou o seu primeiro grande momento da noite, ao negar, com uma grande defesa, o golo a Lewandowski. No entanto, o destino estava traçado. À passagem da meia hora, numa espécie de lance tirado a ‘papel químico’ do primeiro golo, Robben dilatou a vantagem. Depois de tirar Conti da frente, o esquerdino aumentou a vantagem com um belo remate, sem quaisquer hipóteses para o guardião grego.

O 31.º golo do camisola 10 na Champions desconcentrou ainda mais o Benfica, que, encostado às ‘cordas’, ia sofrendo. Aos 35′, Vlachodimos voltou a brilhar, negando o golo a Müller, com uma fantástica defesa, mas na sequência do canto não conseguiu impedir Lewandowski de agudizar ainda mais o ‘terror’ vivido pelo clube da Luz na primeira parte.

Aposta certeira no ‘menino’

Ao intervalo, Rui Vitória lançou Gedson no lugar de Pizzi e a verdade é que não poderia ter acertado melhor na aposta, já que seria o ‘menino’ a reduzir. Aos 46′, uma tabela entre o jovem médio e Jonas resultou no 3-1. Rafa iniciou a jogada, o internacional português combinou com o ‘Pistolas’ e, na cara de Neuer, assinou o seu terceiro golo com a camisola encarnada.

Um golo que até poderia relançar a partida, não fosse Lewandowski, aos 50′, bisar e recolocar o Bayern com uma vantagem de três golos. Na sequência de um canto, o avançado polaco ganhou nas alturas aos centrais benfiquistas e assinou o 4-1, para desilusão dos adeptos benfiquistas presentes nas bancadas do Allianz Arena.

Já com Renato Sanches em campo, o Bayern continuou a controlar o jogo e, sem surpresa, deu volume à goleada, já dentro do último quarto de hora, através de Ribéry, que finalizou, de pé direito, mais uma boa jogada de combinação ofensiva pelo lado esquerdo. O Benfica ‘caiu’ com estrondo na prova milionária e confirmou a ‘maldição’ da Baviera: nunca as águias pontuaram em Munique. E já lá vão cinco jogos! (Desporto ao Minuto)

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