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Primeira obra de ficção de Osvaldo Moreira lançada a 3 de Dezembro

A primeira obra de ficção de Osvaldo Moreira vai ser lançada a 3 de Dezembro (2ª feira), às 18H30, no Camões/Centro Cultural Português (Av. de Portugal, 50), e tem como pano de fundo o prémio de Teatro Cidade de Luanda, atribuído entre 1998 e 2010. Esta iniciativa ocorre 20 anos depois de Osvaldo Moreira ter iniciado a sua carreira no mundo do teatro.

O romance “Quando a Pretendida Não se Define e a Ex Ainda É uma Fantasma” resgata memórias do autor sobre algumas edições do primeiro prémio de teatro atribuído em Luanda. São evocadas na obra figuras incontornáveis do teatro angolano como Adelino Caracol, Beto Cassua, Africano Kamgombe, Walter Cristovão, Agostinho Cassoma, entre outros.

A obra de Osvaldo Moreira “traz-nos acutilantes interpretações das grandes peças de teatro vencedoras do antigo prémio de Teatro Cidade de Luanda, instrumento que foi muito importante para impulsionar o desenvolvimento desta expressão no país. Por outro lado, abarca ainda uma mensagem de humildade a todos os profissionais do teatro, como chave para garantir o sucesso.

Esta publicação reveste-se de “curiosas descrições de alguns fenómenos sociais como o da gasosa, que se foram instalando em Luanda. Alude também à harmonia cénica, sem esquecer importantes referências aos principais grupos de teatro daquela altura.

“Quando a Pretendida não se Define e a Ex Ainda é Uma Fantasma” é uma história desconcertante do amor do narrador dividido entre duas mulheres.

Osvaldo Moreira, “O Leu”, iniciou-se no teatro em 1998. É formado em Ciências de Educação pelo ISCED de Luanda, na opção de Psicologia. Ganhou notoriedade no mundo do teatro, como actor, encenador e director artístico, durante os quase 10 anos em que esteve no grupo DIASSONAMA.

Ganhou o galardão de melhor actor do Prémio de Teatro Cidade de Luanda em 2009, o prémio de melhor encenação do FESTECA em 2012 e, em 2017, foi vencedor do honroso Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de teatro. Autor de várias obras de teatro, foi ainda secretário-geral da Associação Angolana de Teatro entre 2007 e 2011 e lidera uma das maiores produtoras de teatro angolano, a ACTOS & CENAS, que fundou em 2014.

(Nota enviada à nossa redacção com pedido de publicação)

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