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Crise na CASA-CE está na “recta final”, garante presidente do PPA

Um dos membros do colégio presidencial da CASA-CE, Fele António, disse hoje que a crise na coligação “está na recta final”, não obstante haver algumas divergências por parte de alguns membros que não estão de acordo com o acórdão do Tribunal Constitucional.

“Alguns membros do colégio presidencial continuam a contestar o acórdão, mas dentro em breve o cenário será outro”, acrescentou Fele António, presidente do Partido Pacífico Angolano (PPA, que faz parte da coligação), que falava ao NJOnline à margem de uma reunião da sua organização.

Fele António admitiu que a coligação está em crise, mas acredita que todas as questões inquietantes serão resolvidas.

“O Conselho Presidencial da CASA-CE aprovou já a estratégia da coligação para o processo autárquico 2018-2020, por isso, a unidade é fundamental para nós”, acrescentou.

Segundo ele, em face do acórdão, os partidos constituintes da CASA-CE garantem não excluir ninguém da coligação e comprometem-se a cumprir e a fazer cumprir a decisão do tribunal.

A acção foi intentada por cinco dos partidos coligados à CASA-CE (excepto o BD). O seu requerimento visou obter do Tribunal Constitucional o esclarecimento de questões estatutárias, estruturante e funcionais da CASA-CE, enquanto coligação de partidos políticos.

Relativamente à vida política do país, sublinhou que se sentem algumas alterações na tomada de algumas medidas e que estão a criar expectativas no seio da população.

“Ainda é muito cedo fazermos uma avaliação. O que me preocupa é a forma como os fiscais estão a tratar as zungueiras. As medidas do Executivo foram muito precipitadas”, observou.

São membros da CASA-CE o Partido de Aliança Democrática para o Desenvolvimento de Angola – Aliança Patriótica (PADDA-AP), o Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA) e o Partido Pacífico Angolano (PPA).

Fazem ainda parte da coligação, fundada em 2012, o Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA), Partido Nacional para o Progresso e Aliança Nacional de Angola (PDP-ANA) e o Bloco Democrático (BD), que não subscreveu a reivindicação. (Novo Jornal Online)

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