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Banco de Moçambique quer reduzir fraude no sistema financeiro

O Banco de Moçambique (BM) está a trabalhar para encontrar uma solução tecnológica segura e que reduza a vulnerabilidade do sistema bancário nacional a fraudes.

Mesmo sem entrar em pormenores, o governador do Banco Central, Rogério Zandamela, avançou que já há passos importantes dados neste sentido.

Falando em conferência de imprensa sexta-feira em Quelimane, província da Zambézia, no final do 43º Conselho Consultivo do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, Segundo o “Notícias” de hoje, reiterou que, apesar dos bancos comerciais terem retomado a prestação de serviços e produtos bancários com recurso a meios electrónicos da provedora BizFirst, não será esta empresa a solução definitiva do processo de unificação da rede que o BM pretende instalar no país.

“Trata-se de uma medida paliativa, enquanto se procura por uma solução mais segura, que contribua para o estabelecimento de confiança”, disse.

De acordo com a fonte, após a interrupção de transacções electrónicas na semana passada, o Banco Central aconselhou a banca comercial a perceber melhor o que a BizFirst pretende e como encontrar uma saída para não prejudicar a economia nacional e a sociedade, em geral.

Rogério Zandamela afirmou também que no encontro, que manteve com os bancos comerciais, chegou-se à conclusão de que cada um deles tem influência sobre o provedor.

“A solução não poderia vir apenas do Banco de Moçambique e tivemos que tomar medidas com a banca comercial, porque a sociedade estava a exigir resposta imediata”, disse Rogério Zandamela, revelando que foi o próprio Banco Central que deu a senha para se reactivar o sistema de pagamentos electrónicos.

Zandamela afirmou ainda que, neste momento, nem todos os bancos comerciais estão a trabalhar com a solução tecnológica da BizFirst.

Em resposta a uma questão colocada por um jornalistas sobre se se demitiria, como exigiu esta semana uma organização da sociedade civil, o governador do Banco Central descartou essa possibilidade, argumentando que ocupa o cargo em resposta a um pedido feito pelo Chefe do Estado, o qual lhe solicitou a dar o seu contributo para o desenvolvimento do país.

“Respeito as opiniões das pessoas, mas o mais importante é encontrar uma solução tecnológica melhor e que possa contribuir para a prestação de serviços de qualidade aos clientes”, afirmou. (Folha de Maputo)

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