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Selecção feminina com alterações profundas para Africano

A selecção nacional sénior feminina de andebol, que de 2 a 12 de Dezembro, vai em busca da conquista do 13º título continental, sofreu uma alteração profunda no grupo de jogadoras e equipa técnica.

Em 2016, quando o sete nacional conquistou o décimo segundo título, no pavilhão Multiusos de Luanda, na centralidade do Kilamba, orientava a equipa o angolano Filipe Cruz, que tinha como adjunto o também angolano Edgar Neto, enquanto que o médico foi David Abel.

Hoje as campeãs africanas são orientadas pelo dinamarquês Morten Soubak que tem como adjunto o brasileiro Danilo Júnior, ambos da equipa sénior feminina do 1º de Agosto, médico João Mulima.

Das 16 eleitas para a defesa do título africano, apenas dez estiveram na edição anterior nomeadamente, Teresa de Almeida “Ba” Vilma Nenganga, Azenaide Carlos, Magda Cazanga, Liliana Venâncio, Albertina Cassoma, Isabel Guialo, Wuta Dombaxi, Magda Cazanga e Janeth dos Santos.

A selecção cumpre um estágio pré-competitivo de dez dias na Holanda, com quem joga na noite de hoje no primeiro de três amistosos, e regressa ao país na próxima quarta-feira. A 1 de Dezembro viaja para o palco da competição.

No campeonato africano de Brazzaville, Angola integra o grupo B, com as selecções da República do Congo, Guiné Conacri e República Democrática do Congo (RDC). (Angop)

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