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Concorrência desleal: Empresa fabricante de sumo “Lulú” acusa concorrentes de fazer ‘jogo sujo’

Ivo Adelino, director administrativo da empresa Ghion Alimentos Lda. fabricante da marca de sumo Lulú, em entrevista colectiva na tarde de terça-feira, 20, denunciou que está em marcha uma campanha difamatória que visa denegrir o bom nome da empresa que representa, e a qualidade dos produtos aí fabricados.

“Em Maio deste ano”, explicou, “fruto de uma cabala que circulava nas redes sociais em que o sumo Lulú era adulterado, uma equipa multissectorial do governo de Angola visitou as nossas instalações, com vista a averiguar a veracidade dos factos. Foi feito um levantamento de toda matéria prima que é usada para a produção dos nossos produtos, e foram retiradas amostras para certificação de qualidade nos laboratórios existentes no país”, lembrou.

“20 dias depois, foi apresentado o relatório das análises que espelhava que produto algum das amostras levadas das nossas instalações apresentava perigo para o consumo humano”, assegurou.

Porém, os responsáveis da empresa foram surpreendidos com publicações em alguns órgãos de comunicação social que diziam o contrário.

“Ficamos surpreendidos há duas semanas, quando o site Club K, sem o devido contraditório saiu com uma publicação a dizer que as autoridades angolanas não valorizaram as denúncias feitas por um suposto laboratório alemão, suposto laboratório porque nem o nome o site conhece de que laboratório se trata, mostrando uma autêntica descredibilização das autoridades angolanas”, lastimou.

(Foto: Lucas Neto)

“E o mais agravante”, continuou, “é que esta campanha irresponsável de empresas devidamente identificadas e alguns órgãos de comunicação social, acrescentam ainda que crianças de uma certa creche situada no Zango consumiram os nossos produtos e passaram mal, mas não têm a hombridade de dizer o nome da creche ou o hospital em que os meninos foram assistidos”, desabafou.

Concorrência desleal

Os 3 anos em que a Ghion Alimentos está no mercado e a posição cimeira em que se encontra, parece estar a incomodar alguns sectores da industria, deduz Adelino.

“Estamos em todo território nacional e em pouco tempo nos estabilizamos. Este é o real problema do mercado. Atingimos as pequenas, médias e grandes superfícies, vendendo o produto ao preço real, tendo os mesmos fornecedores dos outros e gasto o mesmo que eles. Mas, como somos angolanos e conhecemos as reais dificuldades do nosso povo, vendemos o nosso produto ao preço que cabe no bolso do cidadão, tendo a mesma qualidade ou superior que os demais concorrentes”, atestou.

“Lulú” tem qualidade certificada

“O nosso produto tem qualidade, temos certificação do laboratório central de Angola, dois certificados da Germany, sendo um estatal e o outro privado. Sendo a Europa uma das paragens onde se exige maior rigor de qualidade, custa crer que ainda haja neste país quem ouse orquestrar uma campanha difamatória como esta”, queixou-se.

A procura da liderança

Certificação alemã (DR)

Segundo o responsável, o sumo fabricado em Angola é um dos mais consumidos localmente. Adelino, a qualidade e profissionalismo daqueles que trabalham todos os dias para oferecer a qualidade que o sumo “Lulú” possui, acrescida ao vasto número de clientes satisfeitos, por si só, é motivo para que a marca seja líder do mercado

Interior da Fábrica Ghion (DR)
(Portal de Angola)

por Osvaldo de Nascimento

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