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FAA mantêm estratégia de cooperação nas missões de manutenção de paz

O director do Instituto de Defesa de Angola, José de Lima, ressaltou, em Maputo, capital de Moçambique, que as Forças Armadas Angolanas (FAA) deverão prosseguir com a estratégia de cooperação com o exterior, no quadro da política de relações exteriores do Estado angolano.

De acordo com a alta patente militar, a estratégia enquadra-se na participação de Angola nas missões de operação de apoio e manutenção da paz sob a égide das Nações Unidas, União Africana, SADC, CEEAC e com os países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP).

Explicou que as questões da defesa da integridade territorial e da soberania nacional não podem, nos dias de hoje, serem analisadas somente na base das ameaças e riscos tradicionais das quais ressaltam as missões convencionais das Forças Armadas, mas também de outras de maior complexidade dada à sua dimensão e consequências.

O director do Instituto de Defesa de Angola falava durante uma palestra sobre a “Política e a Estratégia Nacional de Defesa e Segurança dos Estados Membros da CPLP no exemplo de Angola”, decorrida no Instituto Superior de Relações Internacionais de Moçambique.

O vice-almirante José de Lima disse, na ocasião, que as questões que se prendem com a Política de Defesa Nacional, por maioria de razão, o grande valor estratégico a defender continua a ser a pátria angolana.

Num dos pontos de experiência de Angola, o orador referiu que, após o conflito armado, objectivando a consolidação da paz, Angola adoptou uma agenda que prioriza o aprofundamento do processo de democratização do país, rumo ao desenvolvimento sustentável.

Por seu turno, Luís Diogo de Carvalho, também angolano nas vestes de director do Centro de Análise Estratégica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CAE-CPLP), ressaltou que a Defesa e a Segurança Internacional, em particular a dos Estados Membros da CPLP, se destacam como um dos mais sérios desafios globais que não se podem contornar.

De acordo com a fonte, a cooperação internacional e a troca de experiências, como a que foi proporcionada pela palestra, são essenciais para se alcançar o objectivo comum.

Notou que o mundo actual se caracteriza por um ambiente complexo e caótico, marcado por ameaças e riscos e pela dificuldade de prevê-los, face à mudança acelerada e a intensificação das relações sociais à escala mundial.

O evento foi organizado pelo Centro de Análise Estratégica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CAE/CPLP). Visou colher experiência de Angola no que concerne à estratégia Nacional de Defesa e Segurança, para a cooperação multilateral entre os Estados Membros da CPLP em busca de soluções conjuntas nesta área.

Testemunharam a palestra, o embaixador da República de Angola em Moçambique, Brito Sozinho, deputados da Assembleia da República de Moçambique, representantes das Forças de Defesa e Segurança e Instituições académicas civis e militares e da sociedade civil moçambicana. (Angop)

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