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Fundo global disponibiliza mais de 50 milhões de dólares para combate ao VIH

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Cinquenta e oito milhões de dólares é o valor a ser desembolsado pelo fundo global durante os próximos três anos para ajudar no combate a sida, malária e tuberculose no país.

Do total descrito, 23 milhões serão específicos para a Sida e, deste 40 por cento vão para compras gerais como reagentes, anti-retrovirais, entre outros.

Para o programa da malária serão disponibilizados 22 milhões, e para tuberculose e o sistema de saúde resiliente e sustentável (SSRS/RSSH) seis milhões.

Segundo o presidente da Rede Angolana das Organizações Não-Governamentais de Luta Contra o VIH/Sida (ANASO), António Coelho, que falava durante um workshop de apoio ao envolvimento da sociedade civil nos processos nacionais do fundo global em Angola, o objectivo desta actividade é melhorar e empoderar as organizações da sociedade civil para facilitar o acesso aos fundos.

Nesta primeira fase de trabalho, um envolvimento de seis organizações da sociedade civil espalhados por todo país e, para isso estão a ser criadas condições para que nos próximos tempos outras organizações participem, através da realização de concursos públicos.

Referiu que a grande novidade é que a nível da região austral, Angola é dos poucos países que não tem uma organização da sociedade civil que esteja a gerir directamente dos fundos do fundo global, pois existem países que recebem milhões para gerir nesta perspectiva.

Adiantou que infelizmente Angola, tendo em conta as debilidades, ainda não conseguiu chegar a este nível e estão em crer que agora com o apoio e parceria da redes nacionais da África oriental de organizações de serviços de sida (EANNASO) vai seguramente resgatar a mística de continuar a trabalhar para se ter no país organizações que possam beneficiar directamente desses fundos.

Para a especialista internacional em matéria de iniciativas estratégicas de direitos e género da comunidade, Olayide Akanmi, que participou do workshop e apresentou alguns meios para se conseguir resultados positivos, a ANASO deve procurar se engajar e empenhar nas possibilidades que tem referentes ao financiamento do fundo global.

De acordo a especialista, a ANASO pertence a plataforma regional, mas trabalha apenas nas plataformas anglofonas em 25 países de África, e uma das suas responsabilidades chaves para o fundo global é garantir o empoderamento da sociedade civil no país em que se encontra. (Angop)

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