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Redução da importação da cesta básica conta com produtores nacionais

O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso, disse este sábado, em Luanda, que o Executivo está a elaborar uma pauta de produtos da cesta básica, produzidos no país, com vista a criar um ambiente de negócios que permita os produtores nacionais apoiarem na redução das necessidades de divisas para importação.

Frederico Cardoso que visitou algumas stands na Zona Económica Especial/Luanda, (ZEE), na 3ª edição da Expo-Indústria e da 15ª da Projekta 2018, que encerra hoje, acredita que nos próximos 10 anos, Angola poderá ter uma indústria que satisfaça as necessidades do consumo local e consiga também exportar para os mercados da África Central, Austral, assim como para fora do continente.

“Achei que temos um país com desafios para frente e, com a capacidade e inteligência dos nossos produtores, de forma gradual vão apoiar na redução de um conjunto de produtos que têm sido importados”, considerou em declarações à imprensa.

Para o governante, este dinamismo vai facilitar na melhoria de respostas não só as capacidades locais, assim como contribuir para o crescimento do parque industrial do País, consequentemente o aumento dos postos de empregos para os jovens.

No quadro da constatação feita nas mais variadas stands visitadas, Frederico Cardoso pode observar os níveis da capacidade de produção local do ramo da construção civil, indústria imobiliária e bebidas.

“Pude constatar a capacidade em vários ramos, como da construção civil, indústria imobiliários, bebidas entre outros. Há vários domínios, dos quais, o Governo vai continuar a apostar no sentido de se criar um ambiente de negócios favorável para o desenvolvimento nacional da indústria, para que se reduzam os custos em divisas, além do aumento da produção local”, reiterou.

O governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, disse à margem da 13ª edição do estudo “Banca em Análise 2017”, realizado no mês de Setembro deste ano, que Angola gasta mensalmente cerca de 250 milhões de dólares com a importação de alimentos e no mesmo período cerca de 30 milhões de dólares em operações de serviços.

José Lima Massano disse, de igual modo, que o país tem necessidades de particulares que rondam os 50 milhões de dólares, por semana.

O governador do banco central, que acompanhou também a visita do Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, referiu que o mercado cambial, no país, está a encontrar o seu equilíbrio, fruto disso, “foram poucos os expositores que colocaram a questão das divisas como principal obstáculos” .

Acompanharam também a visita do ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, a ministra da Indústria Bernarda Martins e o das Finanças, Archer Mangueira. (Angop)

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