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Angola e UNESCO avaliam fórum pan-africano para a cultura de paz em África

A Comissão Multissectorial abordou nesta quarta-feira, em Luanda, com o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) na África Central, Salah Khaled, aspectos ligados à realização do Fórum Pan-Africano para a Cultura e Paz em África, Bienal de Luanda, bem como a implementação do Projecto de Formação Doutoral, a ter lugar em Setembro de 2019 no país.

O encontro serviu para se passar em revista questões relacionadas com o Festival da Cultura e o programa de actividades, a mobilização de recursos, bem como a participação da sociedade civil, fundações e empresários, tendo em conta o fomento das industrias culturais do continente e de outras régiões do mundo como factor para o desenvolvimento sustentável e humano através da cultura.

No final da reunião, a cordenadora da comissão, a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, revelou, à imprensa, que se procedeu a uma reflexão sobre o que é a Bienal de Luanda, o que é a Bienal da Paz e como poderão ser enquadradas as cinco regiões africanas na realização da festa da paz.

Carolina Cerqueira avançou que a organização espera contar com o contributo da diáspora africana pelo mundo, considerando-o como o sexto reforço desta actividade.

A ministra informou ainda que durante cinco anos Angola será a capital da Bienal da Paz, actividade importante para Angola passar a sua experiência de paz , de solidariedade, do desenvolvimento sustentável e da aproximidade.

Para o efeito, será assinado um acordo de compromisso entre Angola e a Unesco, estando previsto a entrega, em Janeiro de 2019, de um relatório, na Etiópia, durante o encontro de chefes de estados, seguido de um acordo tripartido entre Angola , União Africana e Unesco.

O evento visa envolver os países africanos numa corrente destinada à promoção de uma cultura de paz, de harmonia e de irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, envolvendo as elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Pretende-se ainda a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

A comissão é integrada pelos ministros do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, pelo director do Gabinete de Quadros do Presidente da República e pelo secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas.

A comissão multissectorial, que tem a duração de um ano, deve apresentar relatórios trimestrais dos trabalhos ao Presidente da República, João Lourenço, é apoiada por um grupo técnico. (Angop)

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