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Peso da Sonangol e da TAAG na dívida pública equivale a 3,96 mil milhões de dólares

O peso da petrolífera Sonangol e da transportadora TAAG na dívida pública equivale a 3,96 mil milhões de dólares, o equivalente a 5% do total de toda a dívida, segundo o Ministério das Finanças.

A divida pública está avaliada em 72,45 mil milhões de dólares, sendo a dívida governamental de 68,49 mil milhões de dólares. A Sonangol é a ‘rainha do bolo´ entre as duas instituições públicas, ficando com 3,95 mil milhões de dólares do valor da dívida.

Os números foram apresentados pelo chefe de departamento da Unidade de Gestão da Dívida (UGD), Rui Ceita, durante um ‘workshop’ dirigido a jornalistas.

Ao preleccionar sobre o tema a “Estrutura da Dívida Pública Angolana”, Rui Ceita esclareceu também os números do ‘stock’ da dívida. A dívida externa é de 60% e a interna de 40%, em que os bancos comerciais são os principais detentores internamente. Sendo destacáveis o Banco de Fomento Angola (BFA), Banco Angolano de Investimentos (BAI), o Standard Bank e o Banco BIC, sem detalhar números.

O ‘stock’ da dívida externa é de cerca de 40,8 mil milhões de dólares, sendo essencialmente de médio e longo prazos, entre multilaterais, bilaterais, comerciais e com fornecedores.

O responsável do Ministério das Finanças informou que a maior parte da dívida externa corresponde à dívida comercial, em que o principal detentor é o Banco de Desenvolvimento da China, com 55%, bilateral com 18%, Eurobonds com 12%, fornecedores com 9% e multilateral com 6%.

O Governo garante que nunca “escamoteou” e nunca teve qualquer tentativa de “esconder” os dados sobre a dívida pública do país, apesar do maior partido na oposição ter exigido, durante o início deste ano, que o Governo esclarecesse o “real” valor da dívida interna e externa e os maiores credores. “Sempre reportamos a dívida pública quer para o FMI quer para as agências de ‘rating’, ou seja, em relação à dívida nunca escamoteámos a questão da dívida pública governamental.

Todo o processo de comunicação foi sempre no sentido de esclarecer e nunca houve por parte do Ministério alguma tentativa de esconder alguns dados”, afirmou Rui Ceita.

Durante o evento foram ainda apresentados outros temas como, o ‘Impacto do Aumento do Preço do Petróleo na Receita Fiscal’, a ‘ Contratação Pública em Angola’, e a ‘Implementação do Imposto Sobre o Valor Acrescentado em Angola’. (Valor Económico)

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