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PR inteira-se do funcionamento do Centro de Formação do Cazenga

O Presidente da República, João Lourenço, inteirou-se, nesta segunda-feira, do funcionamento do Centro de Formação Profissional do Cazenga (Luanda), com capacidade para formar, anualmente, mil e 850 técnicos, em 18 especialidades.

Trata-se de um centro cuja missão é capacitar mão-de-obra nacional, com enfoque no aprimoramento das habilidades técnicas, em modalidades como música, línguas, mecânica, canalização, soldadura, refrigeração, canalização, corte e costura, entre outras.

Primeira do género no país, criada em 1971, a instituição esteve parada por mais de uma década, devido à guerra civil. A mesma foi reaberta em 1999.

Nessa visita, de aproximadamente hora e meia, o Presidente da República, que também se inteirou do funcionamento do sistema nacional de formação profissional, foi acompanhado por titulares de departamentos ministeriais e autoridades locais.

João Lourenço percorreu as áreas de marcenaria, soldadura, refrigeração, corte/costura e mecânica auto, tendo conversado com os formandos e formadores.

Ainda no Cazenga, o Presidente da República visitou uma exposição de produtos feitos por alunos dos diferentes centros de formação profissionais de Luanda, afectos ao Instituto Nacional de Formação Profissional (INEFOP).

Em declarações à imprensa, no final da visita, o administrador do Cazenga, Albino da Conceição, referiu que o objectivo principal da deslocação do Chefe de Estado foi constatar o que é feito em termos de formação profissional naquele município.

Quanto ao Centro de Formação Profissional do Cazenga, fez saber que alguns dos seus materiais já estão ultrapassados no tempo, daí a necessidade de modernização.

Por sua vez, o formando Elias Malemba, da especialidade de mecânica geral, considerou de grande importância a formação profissional, sublinhando que o centro tem várias valências para ajudar os formandos na inserção no mercado de trabalho.

Na mesma senda, Madalena Jungo, formanda na especialidade de corte e costura, referiu que os jovens devem aderir aos cursos de formação profissional, na medida em que garantem oportunidades de emprego.

Cardoso Sango, estudante do curso de frios, e Claudete Vitoriano, de electricidade, também realçaram a importância do centro e pediram que o governo aposte na criação e melhoria das infra-estruturas, devidamente equipadas com os respectivos laboratórios.

A questão da formação, sobretudo a nível da juventude, tem sido uma das principais preocupações do Executivo Angolano.

Neste contexto, foi lançado, a 27 de Agosto último, o aplicativo Qualifica, uma ferramenta digital que oferece mais de três mil cursos em diversos níveis de ensino.

Ainda neste domínio, por ocasião da abertura do ano lectivo 2018/2019, no Namibe, o Chefe de Estado angolano destacou a importância que o Governo, a sociedade civil e o povo angolano atribuem à educação. (Angop)

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